⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O metronidazol não deve ser administrado durante a gravidez, a menos que seja considerado essencial. O metronidazol é contraindicado no primeiro trimestre em doentes com trichomonas ou vaginose bacteriana. O uso de metronidazol para trichomonas ou vaginose bacteriana no segundo e terceiro trimestres é aceitável.
Aleitamento
Aleitamento:
O metronidazol não deve ser administrado durante o aleitamento, a menos que seja considerado essencial. É aconselhável parar de amamentar até 12 - 24 horas após a terapêutica metronidazol ser descontinuada.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Na IH grave reduzir a posologia para 1/3 em toma única diária.
Condução
Condução:
Os doentes devem ser alertados para não conduzirem nem utilizar máquinas se ocorrerem os seguintes efeitos: tonturas, confusão, alucinações e convulsões.
Via intravenosa:
É recomendada precaução na dose a administrar quando na presença de doenças do sistema hematopoiético, hepático e do sistema nervoso central.
A administração de soluções contendo iões de sódio pode levar a uma retenção do mesmo.
Portanto, devem ser tomadas precauções ao administrar o metronidazol a doentes a fazer costicosteróides ou a doentes predispostos a um edema.
Também se recomenda precaução na administração em situações de discrasias hemorrágicas e insuficiência cardíaca congestiva e outros estados de retenção salina.
A dose deve ser reduzida na presença de insuficiência hepática grave, doença renal grave e doença do sistema nervoso central.
O tratamento deve ser interrompido em doentes que apresentem sintomas a nível do sistema nervoso, tais como ataxia, convulsões e neuropatia periférica.
A ingestão concomitante com álcool deve ser evitada durante o tratamento e nos dois dias seguintes após o fim do mesmo, devido à possibilidade de uma reacção tipo dissulfiram entre o metronidazol e o álcool.
Durante o tratamento concomitante com o lítio e metronidazol e por um período de 3 semanas após a descontinuação do metronidazol, a concentração plasmática de lítio, creatinina e electrólitos devem ser monitorizados.
A administração deve ser por perfusão intravenosa lenta com velocidade de perfusão de 5 ml/min.
Oral:
O metronidazol deverá ser utilizado com precaução em doentes com doenças crónicas graves ou agudas do sistema nervoso central ou periférico, devido ao risco de agravamento neurológico.
Os doentes devem ser advertidos no sentido de não ingerirem álcool durante o tratamento com metronidazol e durante pelo menos um dia após o concluírem, devido à possibilidade de uma reacção tipo dissulfiram (efeito antabus: rubor, cólicas abdominais, vómitos e taquicardia).
A utilização em tratamentos prolongados deve ser cuidadosamente ponderada.
Se, por razões de força maior, o metronidazol tiver de ser administrado durante mais tempo do que o recomendado habitualmente, preconiza-se a realização regular de testes hematológicos, em especial contagem leucocitária, e os doentes deverão ser vigiados relativamente a reacções adversas indicadoras de eventuais neuropatias centrais ou periféricas (como sejam parestesia, ataxia, tonturas, ataques convulsivos).
O metronidazol deverá ser administrado com cuidado a doentes com encefalopatia hepática.
Os doentes deverão ser avisados de que o metronidazol pode escurecer a urina (devido a um metabólito do metronidazol).
O tratamento deve ser interrompido caso seja detectada descoordenação motora, vertigens ou confusão mental.
O metronidazol não deve ser administrado em doentes com afecções neurológicas ou hematológicas na fase evolutiva.
No insuficiente hepático reduzir a dose de metronidazol.
A utilização de metronidazol pode levar ao desenvolvimento de candidíase.
Via Vaginal:
Como em todas as infecções vaginais, não é recomendada a prática de relações sexuais durante o tratamento com metronidazol.
Durante a administração dos óvulos, convém utilizar um método contraceptivo que evite uma eventual fecundação por espermatozóides que teriam estado em contacto com o metronidazol.
A utilização de metronidazol pode levar ao desenvolvimento de candidíase.
O tratamento não deve durar mais que 10 dias.
Devem ser evitados duches vaginais.
O metronidazol deverá ser utilizado com precaução em doentes com doenças crónicas graves ou agudas do sistema nervoso central ou periférico, devido ao risco de agravamento neurológico.
Os doentes devem ser advertidos no sentido de não ingerirem álcool durante o tratamento com metronidazol e durante, pelo menos, um dia após o concluírem, devido à possibilidade de uma reacção tipo dissulfiram (efeito antabus: rubor, cólicas abdominais, vómitos e taquicardia).
A utilização em tratamentos prolongados deve ser cuidadosamente ponderada.
Se, por razões de força maior, o metronidazol tiver de ser administrado durante mais tempo do que o recomendado habitualmente, preconiza-se a realização regular de testes hematológicos, em especial contagem leucocitária, e os doentes deverão ser vigiados relativamente a reacções adversas indicadoras de eventuais neuropatias centrais ou periféricas (como sejam parestesia, ataxia, tonturas, ataques convulsivos).
O metronidazol deverá ser administrado com cuidado a doentes com encefalopatia hepática.
Os doentes deverão ser avisados de que o metronidazol pode escurecer a urina (devido a um metabólito do metronidazol).
O tratamento deve ser interrompido caso seja detectada descoordenação motora, vertigens ou confusão mental.
Via cutânea:
Evitar o contacto do creme com os olhos e membranas mucosas.
Em caso de contacto acidental lavar abundantemente com água.
Caso se verifique irritação local, os doentes devem reduzir a frequência de aplicação ou abandonar temporariamente a terapêutica, até receberem instruções do médico.
O metronidazol é um nitroimidazol, pelo que deve ser usado com precaução em doentes com discrasias hematológicas.
Recomenda-se a não ingestão de álcool durante o tratamento devido à possibilidade de surgir uma reacção semelhante ao Dissulfiram.
Evitar o uso desnecessário e prolongado deste fármaco.
Existem evidências de que o metronidazol é carcinogénico em certas espécies animais.
Não existem dados até à data que evidenciem este efeito no Homem.
A utilização do metronidazol em doentes com insuficiência hepática deve ser feita com precaução, embora não se espere um aumento dos seus efeitos sistémicos, uma vez que a absorção após administração tópica é muito baixa.
Evitar a exposição das áreas tratadas ao sol e/ou a lâmpadas de bronzeamento.