⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Latanoprost não deve ser utilizado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Latanoprost não deve ser utilizado durante a amamentação.
Condução
Condução:
Quando utilizar Latanoprost poderá ficar com a visão turva por um curto espaço de tempo. Se isto lhe acontecer não conduza ou utilize ferramentas ou máquinas até que recupere a sua correcta visão.
O latanoprost pode alterar gradualmente a cor do olho por aumento da quantidade de pigmento castanho da íris.
Antes do início do tratamento, os doentes devem ser informados da possibilidade de alteração permanente da cor do olho.
O tratamento unilateral pode resultar em heterocromia permanente.
Esta alteração na cor do olho é observada predominantemente nos doentes com íris de cor mista, i.e. azul-castanho, cinzento-castanho, amarelo-castanho e verde-castanho.
Em estudos com latanoprost, o início da alteração ocorre habitualmente nos primeiros 8 meses de tratamento, raramente durante o segundo ou terceiro ano, e não foi observada após o quarto ano de tratamento.
A taxa de progressão da pigmentação da íris diminui com o tempo e é estável durante cinco anos.
Os efeitos da pigmentação aumentada para além dos cinco anos não foram avaliados.
Num estudo de latanoprost, de desenho aberto e duração de 5 anos, para avaliação da segurança, 33% dos doentes desenvolveram pigmentação da íris.
Na maioria dos casos a alteração da cor da íris é leve e normalmente não é observável clinicamente.
A incidência em doentes com íris de cor mista varia entre 7 a 85%, sendo a maior incidência nos doentes com íris de cor amarelo-castanho.
Nos doentes com olhos homogeneamente azuis não se observou qualquer alteração e nos doentes com olhos homogeneamente cinzentos, verdes ou castanhos, a alteração da cor foi observada apenas raramente.
A alteração da cor deve-se ao aumento do conteúdo de melanina nos melanócitos do estroma da íris e não a um aumento no número de melanócitos.
Tipicamente, a pigmentação acastanhada em torno da pupila espalha-se concentricamente em direcção a periferia nos olhos afetados, embora a totalidade da íris, ou partes desta, possam ficar mais castanhas.
A pigmentação castanha da íris não progride após interrupção do tratamento.
Nos ensaios clínicos realizados até à data, esta alteração não foi associada a quaisquer sintomas ou alterações patológicas.
Nem os nevos nem as sardas da íris foram afetados pelo tratamento.
Nos ensaios clínicos, não se observou acumulação de pigmento na rede trabecular ou noutro local da câmara anterior.
Tendo como base 5 anos de experiencia clinica, não se demonstrou que o aumento da pigmentação da íris tenha sequelas clínicas negativas e a administração de latanoprost pode continuar caso surja pigmentação da íris.
Contudo, devem-se monitorizar regularmente os doentes, e caso a situação clinica o permita, o tratamento com latanoprost pode ser interrompido.
A experiencia com latanoprost é limitada nas situações de glaucoma crónico de ângulo fechado, nos doentes pseudofáquicos com glaucoma de ângulo aberto e no glaucoma pigmentar.
Não existe experiência com latanoprost em situações de glaucoma inflamatório e neovascular, situações de inflamação ocular, ou glaucoma congénito.
O latanoprost não tem efeitos, ou apresenta um efeito reduzido, sobre a pupila, não havendo experiencia em termos de ataques agudos de glaucoma de ângulo fechado.
Assim, recomenda-se que o latanoprost seja utilizado com precaução nestas situações até que seja adquirida mais experiência com a sua utilização.
Os dados dos ensaios sobre a utilização de latanoprost durante o período pré-operatório da cirurgia da catarata são limitados.
O Latanoprost deve ser utilizado com precaução nestes doentes.
Ocorreram notificações de edema macular principalmente em doentes afáquicos, pseudofáquicos com ruptura da cápsula da lente posterior ou com lentes na câmara anterior, ou em doentes com fatores de risco conhecidos para edema macular cistóide (tais como retinopatia diabética e oclusão da veia central da retina).
O Latanoprost deve ser utilizado com precaução em doentes afáquicos, pseudofaquicos com ruptura da cápsula da lente posterior ou com lentes na câmara anterior, ou em doentes com fatores de risco conhecidos para edema macular cistóide.
O Latanoprost pode ser utilizado com precaução em doentes com fatores de risco predisponentes para irites/uveítes.
Existe experiência limitada em doentes com asma, mas foram notificados alguns casos de exacerbação da asma e/ou dispneia na experiencia pós-comercialização.
Os doentes com asma devem, por isso, ser tratados com precaução até se obter experiencia suficiente;
Observou-se descoloração da pele peri-orbital, tendo a maioria destes casos ocorrido em doentes Japoneses.
A experiencia até a data demonstra que a descoloração da pele periorbital não é permanente e, em alguns casos, regrediu durante a continuação do tratamento com latanoprost.
O latanoprost pode alterar gradualmente as pestanas e os pelos do olho tratado e das áreas circundantes; estas alterações incluem aumento do comprimento, da espessura, da pigmentação, do número das pestanas ou pelos e o crescimento desordenado das pestanas.
As alterações das pestanas são reversíveis após interrupção do tratamento.
Latanoprost contém cloreto de benzalcónio, que pode causar irritação ocular.
O cloreto de benzalcónio é conhecido por descolorir as lentes de contacto moles.
Deve-se evitar o contacto com lentes de contacto moles.
Deve-se remover as lentes de contacto antes da aplicação e esperar, pelo menos, 15 minutos antes de as recolocar.
Tem sido notificado que o cloreto de benzalcónio provoca queratopatia punctual e/ou queratopatia ulcerativa tóxica e pode causar irritação ocular.
É necessária uma monitorização mais intensa com a utilização frequente ou prolongada de Latanoprost nos doentes com olhos secos, ou em condições onde a córnea esteja comprometida.