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Disponível em:
🇩🇪🇵🇹
Forma
TABLET
Posologia
160MG
Via de administração
ORAL
Armazenamento
—
Sobre este produto
Fabricante
NOVARTIS PHARMACEUTICALS CORP
Código ATC
C09CA03
Fonte
FDA_OB · 021283
Valsartan é um ARB, que inibe selectivamente a ligação de angiotensina II aos receptores AT1, o qual está presente em muitos tecidos, tais como o músculo liso vascular e as glândulas supra-renais.
Isto inibe eficazmente a vasoconstritora AT1-mediada e efeitos secretores da aldosterona da angiotensina II e resulta numa diminuição da resistência vascular e da pressão sanguínea.
Valsartan é selectivo para AT1 e praticamente não tem afinidade para AT2.
A inibição da secreção de aldosterona pode inibir a reabsorção de sódio e água nos rins, excreção de potássio.
O metabólito primário de Valsartan, valeril 4-hidroxi valsartan, não tem actividade farmacológica.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A utilização de ARAIIs está contraindicada durante o segundo e terceiro trimestres de gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Não se recomenda a utilização de Valsartan durante a amamentação.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Metade da dose na IH moderada; evitar na grave.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Iniciar terapêutica com 40 mg, 1 vez/dia na IR moderada a grave. Não recomendado na IR grave.
Condução
Condução:
Durante a condução de veículos ou utilização de máquinas, deverá ter-se em consideração a possibilidade de ocorrência de tonturas ou cansaço.
Hipercaliemia:
Não é recomendada medicação concomitante com suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio, substitutos do sal que contenham potássio ou outros medicamentos que possam aumentar os níveis de potássio (heparina, etc.).
A monitorização de potássio deve ser realizada adequadamente.
Doentes com deplecção de sódio e/ou volume:
Em doentes com deplecção grave de sódio e/ou volume, nomeadamente nos doentes tratados com doses elevadas de diuréticos, poderá ocorrer hipotensão sintomática em casos raros após início da terapêutica com Valsartan.
A deplecção de sódio e/ou volume terá de ser corrigida antes do início do tratamento com Valsartan, por exemplo, por redução da dose de diurético.
Estenose da artéria renal:
O uso seguro de Valsartan ainda não foi estabelecido em doentes com estenose arterial renal bilateral ou estenose de rim único.
A administração a curto prazo de Valsartan em doze doentes com hipertensão renovascular secundária a estenose arterial renal unilateral não induziu quaisquer alterações significativas da hemodinâmica renal, creatinina sérica ou azoto da ureia sanguínea (BUN).
Contudo, uma vez que outros agentes com efeito sobre o sistema renina-angiotensina podem aumentar a ureia sanguínea e a creatinina sérica de doentes com estenose arterial renal unilateral, recomenda-se a monitorização da função renal em doentes tratados com Valsartan.
Transplantados renais:
Não há experiência sobre o uso seguro de Valsartan em doentes com transplante renal recente.
Hiperaldosteronismo primário:
Doentes com hiperaldosteronismo primário não devem ser tratados com Valsartan dado que o seu sistema renina-angiotensina não está activado.
Estenose aórtica e da válvula mitral, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva
Tal como com todos os outros vasodilatadores, está indicado um cuidado especial nos doentes que sofram de estenose aórtica ou mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (HOCM).
Insuficiência renal:
Não existe actualmente qualquer experiência sobre a utilização segura em doentes com depuração de creatinina <10 ml/min nem em doentes a fazer diálise, por conseguinte Valsartan deve ser utilizado com precaução nestes doentes.
Não é necessário ajuste da dose em doentes com uma depuração de creatinina >10 ml/min.
Insuficiência hepática:
Em doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada sem colestase, Valsartan deve ser usado com precaução.
Gravidez:
A terapêutica com Antagonistas dos receptores da Angiotensina II (ARAIIs) não deve ser iniciada durante a gravidez.
A menos que a continuação da terapêutica com ARAII seja considerada essencial, doentes que planeiam engravidar devem mudar para terapêuticas anti-hipertensoras alternativas que tenham um perfil de segurança estabelecido para utilização durante a gravidez.
Quando a gravidez é comprovada, a terapêutica com ARAIIs deve ser imediatamente interrompida, e, se necessário, deve ser iniciada terapêutica alternativa.
Enfarte do miocárdio recente:
A associação dupla de Captopril e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico adicional, tendo aumentado o risco de efeitos adversos em comparação com o tratamento com as respetivas terapêuticas.
Por conseguinte, a associação de Valsartan com um inibidor de ECA não é recomendada.
Deve ser tida precaução ao iniciar a terapêutica em doentes no pós-enfarte do miocárdio. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal.
O uso de Valsartan em doentes no pós-enfarte do miocárdio resulta frequentemente em alguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam seguidas as instruções de dose.
Insuficiência cardíaca:
Em doentes com insuficiência cardíaca, a associação tripla de um inibidor da ECA, um bloqueador-beta e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico
Esta associação aparentemente aumenta o risco de acontecimentos adversos pelo que não é recomendada.
Deve ser observado com precaução o início da terapêutica em doentes com insuficiência cardíaca. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal.
O uso de Valsartan em doentes com insuficiência cardíaca resulta frequentemente em alguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam
seguidas as instruções de dose.
Em doentes cuja função renal possa depender da actividade do sistema renina-angiotensina (por ex. doentes com insuficiência cardíaca congestiva grave), o tratamento com inibidores da enzima de conversão da angiotensina tem sido associado a oligúria e/ou azotemia progressiva e, em casos raros, a insuficiência renal aguda e/ou morte.
Como o Valsartan é um antagonista da angiotensina II, não se pode excluir que o uso de Valsartan possa estar associado a insuficiência da função renal.
Enfarte do miocárdio recente:
A associação dupla de Captopril e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico adicional, tendo aumentado o risco de efeitos adversos em comparação com o tratamento com as respetivas terapêuticas.
Por conseguinte, a associação de Valsartan com um inibidor de ECA não é recomendada.
Deve ser tida cautela ao iniciar a terapêutica em doentes no pós-enfarte do miocárdio. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal.
O uso de Valsartan em doentes no pós-enfarte do miocárdio resulta
frequentemente nalguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam seguidas as instruções de dose.
Insuficiência cardíaca:
Em doentes com insuficiência cardíaca, a associação tripla de um inibidor da ECA, um bloqueador-beta e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico Esta associação aparentemente aumenta o risco de acontecimentos adversos pelo que não é recomendada.
Deve ser exercida cautela ao iniciar a terapêutica em doentes com insuficiência cardíaca. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal.
O uso de Valsartan em doentes com insuficiência cardíaca resulta frequentemente nalguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam seguidas as instruções de dose.
Em doentes cuja função renal possa depender da actividade do sistema renina-angiotensina (por ex. doentes com insuficiência cardíaca congestiva grave), o tratamento com inibidores da enzima de conversão da angiotensina tem sido associado a oligúria e/ou azotemia progressiva e, em casos raros, a insuficiência renal aguda e/ou morte.
Como o Valsartan é um antagonista da angiotensina II, não se pode excluir que o uso de Valsartan possa estar associado a insuficiência da função renal.
População pediátrica:
Disfunção renal:
A utilização em doentes pediátricos com uma depuração da creatinina <30 ml / min e em doentes pediátricos a fazer diálise não foi estudada, consequentemente Valsartan não é recomendado nestes doentes.
Não é necessário um ajuste posológico para os doentes pediátricos com uma depuração da creatinina> 30 ml / min.
A função renal e o potássio sérico devem ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento com Valsartan.
Isto aplica-se especialmente quando o Valsartan é administrado na presença de outras perturbações (febre, desidratação) que podem afectar a função renal.
Disfunção hepática:
Tal como nos adultos, Valsartan está contra-indicado em doentes pediátricos com disfunção hepática grave, cirrose biliar e em doentes com colestase.
A experiência clínica de utilização de Valsartan em doentes pediátricos com disfunção hepática ligeira a moderada é limitada. A dose de Valsartan não deverá exceder os 80 mg nestes doentes.
Intolerância à galactose, deficiência em lactase de Lapp, má absorção glucose-galactose:
Os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência em lactase de Lapp ou má absorção glucose-galactose não deverão tomar este medicamento.
Lecitina:
Se um doente for hipersensível a amendoins ou soja, este medicamento não deverá ser utilizado.