Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Losartan | Valsartan | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | LOSARTAN UR | VALSARTAN |
| Código ATC | C09CA01 | C09CA03 |
| Forma | — | TABLET |
| Posologia | — | 320MG |
| Via de administração | — | ORAL |
| Fabricante | Aristo Pharma Iberia S.L. | NOVARTIS PHARMACEUTICALS CORP |
| Indicações | – para tratar doentes com pressão arterial elevada (hipertensão) em adultos e em crianças e adolescentes dos 6-18 anos de idade. – para proteger os rins em doentes hipertensos com diabetes tipo II e evidência laboratorial de compromisso da função renal e proteínas na urina ≥0,5 mg por dia (uma situação na qual a urina contém uma quantidade anormal de proteínas). – para tratar doentes com insuficiência cardíaca crónica, quando o tratamento com medicamentos específicos chamados inibidores da enzima de conversão da angiotensina (inibidores da ECA, medicamentos usados para baixar a pressão arterial elevada) não são considerados apropriados pelo seu médico. Se tiver a insuficiência cardíaca estabilizada com um inibidor da ECA não deve ser transferido para o losartan. Em doentes com pressão arterial elevada e um espessamento do ventrículo esquerdo, Losartan demonstrou reduzir o risco de acidente vascular cerebral ("indicação LIFE"). Tratamento da hipertensão essencial em adultos e em crianças e adolescentes dos 6-18 anos de idade. Tratamento da doença renal em doentes adultos com hipertensão e diabetes mellitus tipo 2 com proteinúria ≥0,5 g/dia como parte integrante de um tratamento anti-hipertensor. Tratamento da insuficiência cardíaca crónica (em doentes ≥60 anos), quando não for considerado adequado o tratamento com um inibidor da Enzima de Conversão da Angiotensina (ECA) devido a incompatibilidade, especialmente tosse, ou contraindicação. Em doentes com insuficiência cardíaca que se encontrem estabilizados com um inibidor ECA, não se recomenda a transferência para o losartan. Os doentes devem ter uma fração de ejeção ventricular esquerda ≤40% e devem estar clinicamente estáveis e num regime de tratamento estabelecido para a insuficiência cardíaca crónica. Redução do risco de acidente vascular cerebral em doentes adultos hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda documentada por ECG. Hipersensibilidade ao Losartan. Segundo e terceiro trimestres da gravidez. Compromisso hepático grave. |
Losartan (INN: LOSARTAN UR, ATC C09CA01) and Valsartan (INN: VALSARTAN, ATC C09CA03) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
| Valsartan é usado isoladamente ou em associação com outros medicamentos para tratar a tensão arterial elevada (hipertensão). A pressão arterial elevada aumenta a carga de trabalho do coração e artérias. Se perdurar por longo tempo, o coração e as artérias podem não funcionar correctamente. Isto pode danificar os vasos sanguíneos do cérebro, coração, rins, resultando num acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, ou insuficiência renal. A redução da pressão arterial pode reduzir o risco de derrames e ataques cardíacos. Valsartan também é usado para tratar a insuficiência cardíaca e falência ventricular esquerda após um ataque cardíaco. A insuficiência ventricular esquerda ocorre quando o lado esquerdo do coração ( a câmara de bombagem primária) torna-se rígida e alargada ou inchado. Isto faz com que aumente a partilha de sangue nos pulmões, porque o coração não bombeia adequadamente. O Valsartan é um bloqueador do receptor da angiotensina II ( ARB). Funciona através do bloqueio de uma substância no organismo que provoca constrição dos vasos sanguíneos. Valsartan relaxa os vasos sanguíneos e reduz a pressão arterial. A pressão arterial vai aumentar o fornecimento de sangue e oxigénio para o coração. Tratamento da hipertensão essencial em adultos, e hipertensão em crianças e adolescentes entre os 6 e os 18 anos de idade. Tratamento de doentes adultos clinicamente estáveis com insuficiência cardíaca sintomática ou disfunção ventricular sistólica esquerda assintomática após um enfarte do miocárdio recente (12 horas – 10 dias). Tratamento da insuficiência cardíaca sintomática em doentes adultos quando não for possível utilizar inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) ou como terapêutica adicional aos inibidores da ECA quando não for possível utilizar bloqueadores-beta. - Hipersensibilidade ao Valsartan. - Disfunção hepática grave, cirrose biliar e colestase. - Segundo e terceiro trimestres de gravidez. |
| Efeitos secundários | Hipertensão: Em ensaios clínicos controlados em aproximadamente 3300 doentes adultos com idade igual ou superior a 18 anos, para a hipertensão essencial com losartan, foram notificadas as seguintes reações adversas. Doenças do sistema nervoso: Frequentes: tonturas, vertigens. Pouco frequentes: sonolência, cefaleia, distúrbios do sono. Cardiopatias: Pouco frequentes: palpitações, angina de peito. Vasculopatias: Pouco frequentes: hipotensão sintomática (especialmente em doentes com deplecção do volume intravascular, por ex., doentes com insuficiência cardíaca grave ou em tratamento com doses elevadas de diuréticos), efeitos ortostáticos relacionados com a dose, exantema. Doenças gastrointestinais: Pouco frequentes: dor abdominal, obstipação. Perturbações gerais e alterações no local de administração: pouco frequentes: astenia/fadiga edema. Exames complementares de diagnóstico: Em ensaios clínicos controlados, alterações clinicamente importantes nos parâmetros laboratoriais padrão foram raramente associadas com a administração de comprimidos de losartan. Ocorreram raramente aumentos da ALT que se resolveram habitualmente com a interrupção da terapêutica. Nos ensaios clínicos de hipertensão ocorreu hipercaliemia (potássio sérico > 5,5 mmol/l) em 1,5% dos doentes. Doentes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda: Num ensaio clínico controlado em 9193 doentes hipertensos, com 55 a 80 anos de idade, com hipertrofia ventricular esquerda, foram notificadas as seguintes reações adversas: Doenças do sistema nervoso: Frequentes: tonturas. Afeções do ouvido e labirinto: Frequentes: vertigens. Perturbações gerais e alterações no local de administração: frequentes: astenia/fadiga Insuficiência cardíaca crónica Num ensaio clínico controlado em aproximadamente 3900 doentes com idade igual ou superior a 20 anos, com insuficiência cardíaca, foram notificadas as seguintes reações adversas: Doenças do sistema nervoso: Pouco frequentes: tonturas, cefaleias. Raras: parestesia. Cardiopatias: Raras: síncope, fibrilhação auricular, acidente vascular cerebral. Vasculopatias: Pouco frequentes: hipotensão, incluindo hipotensão ortostática. Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Pouco frequentes: dispneia. Doenças gastrointestinais: Pouco frequentes: diarreia, náuseas, vómitos. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: pouco frequentes: urticária, prurido, exantema. Perturbações gerais e alterações no local de administração: Pouco frequentes: astenia/fadiga. Exames complementares de diagnóstico: Pouco frequentes: foi notificado aumento da uremia, creatinina e potássio séricos. Hipertensão e diabetes tipo 2 com doença renal: Num ensaio clínico controlado em 1513 doentes diabéticos tipo 2, com idade igual ou superior a 31 anos, com proteinúria (estudo RENAAL), as reações adversas mais frequentes relacionadas com o fármaco que foram notificadas com o losartan são os seguintes: Doenças do sistema nervoso: Frequentes: tonturas. Vasculopatias: Frequentes: hipotensão. Perturbações gerais e alterações no local de administração: Frequentes: astenia/fadiga. Exames complementares de diagnóstico: Frequentes: hipoglicemia, hipercaliemia. As seguintes reações adversas ocorreram mais frequentemente em doentes a tomar losartan do que placebo: Doenças do sangue e do sistema linfático: Não conhecida: anemia. Cardiopatias: Não conhecida: síncope, palpitações. Vasculopatias: Não conhecida: hipotensão ortostática. Doenças gastrointestinais: Não conhecida: diarreia. Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos: Não conhecida: dor nas costas. Doenças renais e urinárias: Não conhecida: infeções do tracto urinário. Perturbações gerais e alterações no local de administração: Não conhecida: sintomas tipo gripe. Exames complementares de diagnóstico: Num estudo clínico realizado em doentes diabéticos tipo 2 com nefropatia, 9,9% dos doentes tratados com comprimidos de losartan e 3,4% dos doentes tratados com placebo desenvolveram hipercaliemia >5,5 mEq/l. Experiência pós-comercialização: As seguintes reações adversas foram notificadas na experiência pós-comercialização: Doenças do sangue ou sistema linfático: Não conhecida: anemia, trombocitopenia. Afeções do ouvido e do labirinto: Não conhecida: acufenos. Doenças do sistema imunitário: Raras: hipersensibilidade: reações anafilácticas, angioedema incluindo inchaço da laringe e glote, causando obstrução das vias aéreas e/ou inchaço da cara, lábios, faringe e/ou língua; em alguns destes doentes o angioedema tinha sido notificado anteriormente com outros fármacos, incluindo inibidores ECA; vasculite, incluindo púrpura de Henoch-Schonlein. Doenças do sistema nervoso: Não conhecida: enxaqueca. Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Não conhecida: tosse. Doenças gastrointestinais: Não conhecida: diarreia, pancreatite. Perturbações gerais e alterações no local de administração: Não conhecida: mal-estar. Afeções Hepatobiliares: Rara: hepatite. Não conhecida: anomalias da função hepática. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: Não conhecida: urticária, prurido, exantema, fotossensibilidade. Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos: Não conhecida: mialgia, artralgia, rabdomiólise. Doenças dos órgãos genitais e da mama: Não conhecida: disfunção erétil/impotência. Doenças renais e urinárias: Como consequência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, foram notificadas alterações na função renal incluindo insuficiência renal em doentes de risco; estas alterações na função renal podem ser reversíveis após interrupção da terapêutica. Perturbações do foro psiquiátrico: Não conhecida: depressão. Exames complementares de diagnóstico: Não conhecida: hiponatremia. População pediátrica: O perfil de reações adversas para os doentes pediátricos parece ser idêntico ao observado em doentes adultos. São limitados os dados na população pediátrica. | Alguns sintomas requerem atenção médica imediata: Sintomas de angioedema (uma reacção alérgica específica), como por exemplo, inchaço da face, lábios, língua ou garganta, dificuldade em engolir ou em respirar, urticária, comichão. Se sentir algum destes sintomas, consulte imediatamente um Médico. Outros efeitos secundários incluem: Frequentes: tonturas, pressão arterial baixa com ou sem sintomas como tonturas e desmaio quando está de pé, função renal diminuída (sinais de disfunção renal) Pouco frequentes: angioedema, perda súbita de consciência (síncope), sentir-se a rodar (vertigens), função renal gravemente reduzida (sinais de insuficiência renal aguda) espasmos musculares, ritmo cardíaco anormal (sinais de hipercaliemia), falta de ar, dificuldade em respirar quando está deitado, inchaço dos pés ou das pernas (sinais de insuficiência cardíaca), dor de cabeça, tosse, dor abdominal, náuseas, diarreia, cansaço fraqueza. Desconhecidos: podem ocorrer reacções alérgicas com erupção cutânea, comichão (prurido) e urticária, sintomas de febre, inchaço das articulações, dor nas articulações, dor muscular, nódulos linfáticos inchados e/ou sintomas semelhantes aos da gripe (sinais de doença do soro), pontos de cor vermelha e púrpura, febre, comichão (sinais de inflamação dos vasos sanguíneos também denominado vasculite), hemorragias ou hematomas anormais (sinais de trombocitopenia – diminuição do número de plaquetas no sangue) dor muscular (mialgia), febre, dores de garganta ou úlceras bucais devido a infecções (sintomas de nível baixo de glóbulos brancos também denominado neutropenia), diminuição do nível de hemoglobina e diminuição da percentagem de glóbulos vermelhos no sangue (o que pode provocar anemia em casos graves) aumento do nível de potássio no sangue (o que pode desencadear espasmos musculares e ritmo cardíaco anormal em casos graves), elevação dos valores da função hepática (o que pode indicar lesões no fígado), incluindo um aumento do nível de bilirrubina no sangue (o que pode causar pele e olhos amarelos em casos graves) aumento do nível de azoto na ureia sanguínea e aumento do nível de creatinina sérica (o que, pode indicar, função renal anormal), diminuição do nível de sódio no sangue (que pode provocar cansaço, confusão, espasmos musculares e/ou convulsões em casos graves). A frequência de determinados efeitos secundários pode variar consoante o seu estado. Por exemplo, efeitos secundários como tonturas e função renal diminuída ocorreram com menos frequência em doentes tratados com pressão arterial elevada do que em doentes tratados para insuficiência cardíaca ou depois de um ataque de coração recente. Os efeitos secundários em crianças e adolescentes são semelhantes aos observados em adultos. |
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| Avisos | Gravidez Gravidez: Losartan não está recomendado no início da gravidez e não deve ser tomado após o terceiro mês de gravidez, uma vez que pode ser gravemente prejudicial para o bebé se utilizado a partir desta altura. Aleitamento Aleitamento: Losartan não está recomendado em mães a amamentar, especialmente se o bebé for recém-nascido ou prematuro; nestes casos o seu médico poderá indicar outro tratamento. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Pode ser necessário reduzir a dose. Insuf. Renal Insuf. Renal: Iniciar terapêutica com 25 mg/dia na IR moderada e grave. Condução Condução: É pouco provável que Losartan interfira com a sua capacidade de conduzir e utilizar máquinas. No entanto, como muitos outros medicamentos utilizados para baixar a pressão arterial elevada, o losartan pode causar tonturas e sonolência em algumas pessoas. Se sentir tonturas ou sonolência, deve consultar o médico antes de praticar estas actividades. Fale com o médico, farmacêutico ou enfermeiro antes de tomar Losartan. Deve informar o médico se pensa que está (ou pode vir a estar) grávida. Losartan não está recomendado no início da gravidez e não deve ser tomado após o terceiro mês de gravidez, uma vez que pode ser gravemente prejudicial para o bebé se utilizado a partir desta altura (ver secção Gravidez). É importante que diga ao médico antes de tomar Losartan: se tem antecedentes de angiedema (inchaço da cara, lábios, garganta e/ou língua), se tem vómitos excessivos ou diarreia, que levam a uma perda extrema de líquidos e/ou sal do seu corpo, se está a tomar diuréticos (medicamentos que aumentam a quantidade de água que passa através dos seus rins) ou está sob uma dieta de restrição de sal levando a uma perda extrema de líquidos e sal do seu corpo, se sabe que tem estreitamento ou bloqueio dos vasos sanguíneos que levam aos rins, ou se recebeu recentemente um transplante renal, se a sua função hepática está comprometida, se tem insuficiência cardíaca com ou sem compromisso renal ou concomitantes arritmias cardíacas graves ameaçadoras da vida. É necessária precaução especial quando é tratado simultaneamente com um bloqueador beta, se tem problemas nas válvulas do coração ou no músculo do coração, se tem doença coronária (causada por uma diminuição da circulação sanguínea no coração) ou doença cerebrovascular (causada por uma diminuição da circulação sanguínea no cérebro), se sofre de hiperaldosteronismo primário (uma síndrome associada ao aumento da secreção da hormona aldosterona pela glândula suprarrenal, causada por uma anomalia da glândula), se está a tomar algum dos seguintes medicamentos para tratar a pressão arterial elevada: um inibidor da ECA (por exemplo enalapril, lisinopril, ramipril), em particular se tiver problemas nos rins relacionados com diabetes. Aliscireno O médico pode verificar a sua função renal, pressão arterial e a quantidade de electrólitos (por exemplo, o potássio) no seu sangue em intervalos regulares. Losartan foi estudado em crianças. Para mais informações, fale com o médico. Losartan não é recomendado em crianças que sofrem de problemas de rins ou de fígado, visto a informação disponível nestes grupos de doentes ser limitada. A utilização de Losartan não é recomendada em crianças com idade inferior a 6 anos, uma vez que não está demonstrado que atue neste grupo etário. Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos. Tome especial cuidado se está a tomar qualquer dos seguintes medicamentos em simultâneo com o tratamento com Losartan: outros medicamentos para baixar a pressão arterial que podem ter um efeito adicional na redução da pressão arterial. A pressão arterial pode também baixar com um dos seguintes fármacos/classe de fármacos: antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, baclofeno, amifostina, medicamentos que retêm o potássio, ou que podem aumentar os valores de potássio (por ex. suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou medicamentos poupadores de potássio tais como alguns diuréticos [amilorida, triamtereno, espirolactona] ou heparina), medicamentos anti-inflamatórios não esteróides tais como a indometacina, incluindo os inibidores da COX-2 (medicamentos que reduzem a inflamação e que podem ser usados para ajudar a aliviar as dores) uma vez que podem diminuir o efeito do losartan na redução da pressão arterial. O médico pode necessitar de alterar a sua dose e/ou tomar outras precauções: Se está a tomar um inibidor da ECA ou aliscireno. Se a sua função renal estiver comprometida, a utilização concomitante destes medicamentos pode conduzir a um agravamento da função renal. Os medicamentos que contêm lítio não devem ser tomados em associação com losartan sem uma cuidadosa supervisão do seu médico. Podem ser necessárias medidas de precaução especiais (ex. análises ao sangue). | Gravidez Gravidez: A utilização de ARAIIs está contraindicada durante o segundo e terceiro trimestres de gravidez. Aleitamento Aleitamento: Não se recomenda a utilização de Valsartan durante a amamentação. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Metade da dose na IH moderada; evitar na grave. Insuf. Renal Insuf. Renal: Iniciar terapêutica com 40 mg, 1 vez/dia na IR moderada a grave. Não recomendado na IR grave. Condução Condução: Durante a condução de veículos ou utilização de máquinas, deverá ter-se em consideração a possibilidade de ocorrência de tonturas ou cansaço. Hipercaliemia: Não é recomendada medicação concomitante com suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio, substitutos do sal que contenham potássio ou outros medicamentos que possam aumentar os níveis de potássio (heparina, etc.). A monitorização de potássio deve ser realizada adequadamente. Doentes com deplecção de sódio e/ou volume: Em doentes com deplecção grave de sódio e/ou volume, nomeadamente nos doentes tratados com doses elevadas de diuréticos, poderá ocorrer hipotensão sintomática em casos raros após início da terapêutica com Valsartan. A deplecção de sódio e/ou volume terá de ser corrigida antes do início do tratamento com Valsartan, por exemplo, por redução da dose de diurético. Estenose da artéria renal: O uso seguro de Valsartan ainda não foi estabelecido em doentes com estenose arterial renal bilateral ou estenose de rim único. A administração a curto prazo de Valsartan em doze doentes com hipertensão renovascular secundária a estenose arterial renal unilateral não induziu quaisquer alterações significativas da hemodinâmica renal, creatinina sérica ou azoto da ureia sanguínea (BUN). Contudo, uma vez que outros agentes com efeito sobre o sistema renina-angiotensina podem aumentar a ureia sanguínea e a creatinina sérica de doentes com estenose arterial renal unilateral, recomenda-se a monitorização da função renal em doentes tratados com Valsartan. Transplantados renais: Não há experiência sobre o uso seguro de Valsartan em doentes com transplante renal recente. Hiperaldosteronismo primário: Doentes com hiperaldosteronismo primário não devem ser tratados com Valsartan dado que o seu sistema renina-angiotensina não está activado. Estenose aórtica e da válvula mitral, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva Tal como com todos os outros vasodilatadores, está indicado um cuidado especial nos doentes que sofram de estenose aórtica ou mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (HOCM). Insuficiência renal: Não existe actualmente qualquer experiência sobre a utilização segura em doentes com depuração de creatinina <10 ml/min nem em doentes a fazer diálise, por conseguinte Valsartan deve ser utilizado com precaução nestes doentes. Não é necessário ajuste da dose em doentes com uma depuração de creatinina >10 ml/min. Insuficiência hepática: Em doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada sem colestase, Valsartan deve ser usado com precaução. Gravidez: A terapêutica com Antagonistas dos receptores da Angiotensina II (ARAIIs) não deve ser iniciada durante a gravidez. A menos que a continuação da terapêutica com ARAII seja considerada essencial, doentes que planeiam engravidar devem mudar para terapêuticas anti-hipertensoras alternativas que tenham um perfil de segurança estabelecido para utilização durante a gravidez. Quando a gravidez é comprovada, a terapêutica com ARAIIs deve ser imediatamente interrompida, e, se necessário, deve ser iniciada terapêutica alternativa. Enfarte do miocárdio recente: A associação dupla de Captopril e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico adicional, tendo aumentado o risco de efeitos adversos em comparação com o tratamento com as respetivas terapêuticas. Por conseguinte, a associação de Valsartan com um inibidor de ECA não é recomendada. Deve ser tida precaução ao iniciar a terapêutica em doentes no pós-enfarte do miocárdio. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal. O uso de Valsartan em doentes no pós-enfarte do miocárdio resulta frequentemente em alguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam seguidas as instruções de dose. Insuficiência cardíaca: Em doentes com insuficiência cardíaca, a associação tripla de um inibidor da ECA, um bloqueador-beta e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico Esta associação aparentemente aumenta o risco de acontecimentos adversos pelo que não é recomendada. Deve ser observado com precaução o início da terapêutica em doentes com insuficiência cardíaca. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal. O uso de Valsartan em doentes com insuficiência cardíaca resulta frequentemente em alguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam seguidas as instruções de dose. Em doentes cuja função renal possa depender da actividade do sistema renina-angiotensina (por ex. doentes com insuficiência cardíaca congestiva grave), o tratamento com inibidores da enzima de conversão da angiotensina tem sido associado a oligúria e/ou azotemia progressiva e, em casos raros, a insuficiência renal aguda e/ou morte. Como o Valsartan é um antagonista da angiotensina II, não se pode excluir que o uso de Valsartan possa estar associado a insuficiência da função renal. Enfarte do miocárdio recente: A associação dupla de Captopril e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico adicional, tendo aumentado o risco de efeitos adversos em comparação com o tratamento com as respetivas terapêuticas. Por conseguinte, a associação de Valsartan com um inibidor de ECA não é recomendada. Deve ser tida cautela ao iniciar a terapêutica em doentes no pós-enfarte do miocárdio. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal. O uso de Valsartan em doentes no pós-enfarte do miocárdio resulta frequentemente nalguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam seguidas as instruções de dose. Insuficiência cardíaca: Em doentes com insuficiência cardíaca, a associação tripla de um inibidor da ECA, um bloqueador-beta e Valsartan não demonstrou qualquer benefício clínico Esta associação aparentemente aumenta o risco de acontecimentos adversos pelo que não é recomendada. Deve ser exercida cautela ao iniciar a terapêutica em doentes com insuficiência cardíaca. A avaliação destes doentes deve incluir sempre a avaliação da função renal. O uso de Valsartan em doentes com insuficiência cardíaca resulta frequentemente nalguma redução da pressão arterial, mas a interrupção da terapêutica devido a hipotensão sintomática continuada não é geralmente necessária desde que sejam seguidas as instruções de dose. Em doentes cuja função renal possa depender da actividade do sistema renina-angiotensina (por ex. doentes com insuficiência cardíaca congestiva grave), o tratamento com inibidores da enzima de conversão da angiotensina tem sido associado a oligúria e/ou azotemia progressiva e, em casos raros, a insuficiência renal aguda e/ou morte. Como o Valsartan é um antagonista da angiotensina II, não se pode excluir que o uso de Valsartan possa estar associado a insuficiência da função renal. População pediátrica: Disfunção renal: A utilização em doentes pediátricos com uma depuração da creatinina <30 ml / min e em doentes pediátricos a fazer diálise não foi estudada, consequentemente Valsartan não é recomendado nestes doentes. Não é necessário um ajuste posológico para os doentes pediátricos com uma depuração da creatinina> 30 ml / min. A função renal e o potássio sérico devem ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento com Valsartan. Isto aplica-se especialmente quando o Valsartan é administrado na presença de outras perturbações (febre, desidratação) que podem afectar a função renal. Disfunção hepática: Tal como nos adultos, Valsartan está contra-indicado em doentes pediátricos com disfunção hepática grave, cirrose biliar e em doentes com colestase. A experiência clínica de utilização de Valsartan em doentes pediátricos com disfunção hepática ligeira a moderada é limitada. A dose de Valsartan não deverá exceder os 80 mg nestes doentes. Intolerância à galactose, deficiência em lactase de Lapp, má absorção glucose-galactose: Os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência em lactase de Lapp ou má absorção glucose-galactose não deverão tomar este medicamento. Lecitina: Se um doente for hipersensível a amendoins ou soja, este medicamento não deverá ser utilizado. |
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