Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Dalbavancina não é recomendado durante a gravidez, excepto em casos absolutamente imperativos.
Condução
Condução:
Dalbavancina pode ter uma ligeira influência na capacidade de conduzir, uma vez que foram notificadas tonturas por alguns doentes.
Aleitamento
Aleitamento:
É necessário tomar uma decisão quanto à continuação/descontinuação da amamentação ou quanto à continuação/descontinuação da terapia com Dalbavancina tendo em conta os benefícios da amamentação para a criança e os benefícios da terapia para a mulher.
Reacções de hipersensibilidade: a Dalbavancina deve ser administrada com cuidado no caso de doentes com hipersensibilidade a outros glicopeptídeos, uma vez que pode ocorrer hipersensibilidade cruzada.
Se ocorrer uma reacção alérgica a Dalbavancina, a administração deve ser descontinuada e deve ser instituída uma terapia apropriada para a reacção alérgica.
Diarreia associada a clostridium difficile:
Foram notificados casos de colite pseudomembranosa e colite associada a agentes antibacterianos com a utilização de praticamente todos os antibióticos, podendo a gravidade variar entre leve e situações de risco de vida.
Portanto, é importante considerar este diagnóstico em doentes que apresentem diarreia durante ou após o tratamento com dalbavancina.
Nessas circunstâncias, deve ser considerada a descontinuação de dalbavancina e a utilização de medidas de apoio em simultâneo com a administração de tratamento específico para Clostridium difficile.
Estes doentes nunca devem ser tratados com medicamentos que suprimam o peristaltismo.
Reacções relacionadas com a perfusão:
A Dalbavancina deve ser administrada por perfusão intravenosa durante um total de 30 minutos para minimizar o risco de reacções relacionadas com a perfusão.
Perfusões rápidas de agentes antibacterianos glicopeptídeos por via intravenosa podem provocar reacções que se assemelham ao “Síndrome do homem vermelho”, incluindo vermelhidão na parte superior do corpo, urticária, comichão e/ou erupção na pele.
Parar ou abrandar a perfusão pode resultar em supressão dessas reacções.
Insuficiência renal:
As informações sobre a eficácia e a segurança de dalbavancina em doentes com depuração de creatinina < 30 ml/min são limitadas.
Com base em simulações, é necessário ajuste da dose no caso de doentes com insuficiência renal crónica cuja depuração de creatinina seja < 30 ml/min e que não estão a receber regularmente hemodiálise.
Infeções mistas:
No caso de infecções mistas com suspeita de bactérias Gram-negativas, os doentes também devem ser tratados com um ou mais agentes antibacterianos apropriados contra bactérias Gram-negativas.
Organismos não susceptíveis:
A utilização de antibióticos pode promover o crescimento excessivo de micro-organismos não-sensíveis. Se ocorrer uma superinfecção durante a terapia, devem ser adoptadas medidas apropriadas.
Limitações dos dados clínicos:
Existem dados insuficientes sobre a segurança e a eficácia de dalbavancina quando administrada em mais de duas doses (com intervalo de uma semana).
Nos principais estudos clínicos sobre ABSSSI, os tipos de infecções tratadas restringiram-se a celulite/erisipela, abcessos e infecções devido a feridas.
Não existe experiência com dalbavancina no tratamento de doentes com imunocomprometimento grave.