⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Metoprolol deve ser utilizado em mulheres grávidas somente se claramente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
O metoprolol é segregado, em pequenas quantidades, no leite humano: nas doses terapêuticas, um recém-nascido que consuma 1 litro de leite humano por dia receberia uma dose inferior a 1 mg de metoprolol. Os recém-nascidos em processo de amamentação devem, contudo, ser cuidadosamente monitorizados para despiste de quaisquer sinais de bloqueio beta.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Reduzir a posologia oral.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Ver Bloqueadores adrenérgicos beta.
Condução
Condução:
Durante o tratamento com Metoprolol podem ocorrer tonturas, fadiga ou compromisso visual, podendo afectar negativamente a capacidade de condução ou manuseio de máquinas pelo doente.
Dopping
Dopping:
Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, excepto se especificado de outra forma: actividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA).
Os beta-bloqueadores devem ser administrados com precaução em dentes asmáticos. Se um asmático utiliza um agonista beta-2 (na forma de comprimidos ou por inalação), quando se inicia o tratamento com metoprolol a dose do agonista beta-2 deve ser controlada e aumentada, se necessário.
O Metoprolol pode reduzir o efeito do tratamento da diabetes e mascarar os sintomas de hipoglicémia.
Distúrbios da condução AV podem ser agravados em casos raros, em relação ao tratamento com metoprolol (bloqueio atrioventricular possível).
Os beta-bloqueadores devem ser administrados somente com precaução a doentes com bloqueio atrioventricular de primeiro grau.
O Metoprolol pode exacerbar os sintomas de distúrbios vasculares periféricos, devido ao seu efeito anti-hipertensivo.
Ao prescrever metoprolol a doentes com feocromocitoma, deve ser utilizado um bloqueador alfa antes de iniciar o tratamento e durante o tratamento com metoprolol.
Em doentes com angina de Prinzmetal os agentes β1 seletivos devem ser usados com cuidado, pois podem aumentar o número e a duração das crises de angina.
O tratamento com metoprolol pode eventualmente mascarar os sintomas de tirotoxicose. Assim, o metoprolol deve ser administrado com precaução em doentes que têm ou com suspeita de vir a desenvolver tirotoxicose e ambas as funções tiróideias e cardíacas devem ser monitorizadas de perto.
Antes da cirurgia, o anestesista deve ser informado de que o doente toma beta-bloqueadores. Não é recomendado interromper o tratamento com um beta-bloqueador durante um procedimento cirúrgico.
O tratamento com um beta-bloqueador não deve ser interrompido repentinamente. Se o tratamento é para ser interrompido, deve, se possível, ser gradualmente reduzido ao longo de um período de pelo menos duas semanas, durante as quais o medicamento é gradualmente retirado, as doses decrescentes de 25 mg durante os últimos 6 dias antes do tratamento ser descontinuado.
Se o doente se apresenta com sintomas, a dose deve ser reduzida a uma taxa inferior.
A suspensão abrupta de beta-bloqueadores pode eventualmente exacerbar a insuficiência cardíaca e aumentar o risco de enfarte do miocárdio e morte súbita.
Tal como outros beta-bloqueadores, o metoprolol pode também aumentar a sensibilidade aos alergenos e a gravidade das reações anafilácticas.
O tratamento com adrenalina nem sempre dá o efeito terapêutico desejado em indivíduos que estiveram a tomar um beta-bloqueador. Os beta-bloqueadores podem desencadear ou agravar a psoríase.
Até ao presente, não existem dados suficientes sobre a utilização de metoprolol em doentes com insuficiência cardíaca e os seguintes fatores concomitantes:
– Insuficiência cardíaca instável (NYHA IV).
– Enfarte agudo do miocárdio ou angina de peito instável nos últimos 28 dias.
– Insuficiência renal.
– Insuficiência hepática.
– Doentes acima de 80 anos de idade.
– Doentes com idade inferior a 40 anos.
– Doenças valvulares hemodinamicamente significativas.
– Cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.
– Durante ou após cirurgia cardíaca nos últimos quatro meses antes do tratamento com metoprolol.
– No caso de a bradicardia aumentar a dose deve ser reduzida, ou o tratamento gradualmente descontinuado.
Metoprolol não pode ser administrado a doentes com insuficiência cardíaca congestiva não tratada. A insuficiência cardíaca congestiva precisa de ser primariamente tratada.
Se o doente estiver a fazer um tratamento concomitante de digoxina, deve-se ter em mente que ambos os medicamentos retardam a condução AV e que há, portanto, um risco de dissociação AV.
Além disso, as complicações cardiovasculares leves podem ocorrer, manifestando-se como vertigem, bradicardia, e uma tendência para entrar em colapso.
Ocorreram situações de olhos secos isoladamente ou, ocasionalmente, com erupções cutâneas. Na maioria dos casos, os sintomas desapareceram quando o tratamento com metoprolol foi retirado.
Os doentes devem ser observados cuidadosamente para potenciais efeitos oculares. Se tais efeitos ocorrem, a interrupção do metoprolol deve ser considerada.