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Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Metoprolol | Bisoprolol | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | METOPROLOL TARTRATE | BISOPROLOL COR |
| Código ATC | C07AB02 | C07AB07 |
| Forma | INJECTION, SOLUTION | — |
| Posologia | 5 mg/5mL | — |
| Via de administração | INTRAVENOUS | — |
| Fabricante | Fresenius Kabi USA, LLC | Sandoz Farmaceutica S.A. |
| Indicações | — | O fumarato de Bisoprolol pertence a um grupo de medicamentos denominados bloqueadores beta. Os bloqueadores beta protegem o coração de atividade excessiva. Este medicamento atua afetando a resposta do organismo a alguns impulsos nervosos, especialmente a nível do coração. Como resultado, o Bisoprolol diminui a frequência cardíaca e aumenta a eficiência do coração para bombear o sangue através do corpo. Ocorre insuficiência cardíaca quando o músculo cardíaco está enfraquecido e incapaz de bombear o sangue suficiente para assegurar as necessidades do corpo. Tratamento da hipertensão. Tratamento da angina crónica estável. Tratamento da insuficiência cardíaca crónica estável com diminuição da função sistólica ventricular esquerda, em associação a inibidores da ECA, diuréticos e, opcionalmente, glicosidos cardíacos. O Bisoprolol é contraindicado em doentes com insuficiência cardíaca crónica com: – insuficiência cardíaca aguda ou durante os episódios de descompensação da insuficiência cardíaca que requerem uma terapêutica inotrópica intravenosa – choque cardiogénico – bloqueio aurículo-ventricular de segundo ou terceiro grau (sem pacemaker) – síndrome do nódulo sinusal – bloqueio sino-auricular – bradicardia sintomática – hipotensão sintomática – asma brônquica grave ou doença pulmonar obstructiva crónica grave – fases terminais da doença oclusiva arterial periférica e síndrome de Raynaud – feocromocitoma não tratado – acidose metabólica – hipersensibilidade ao bisoprolol. |
Metoprolol (INN: METOPROLOL TARTRATE, ATC C07AB02) and Bisoprolol (INN: BISOPROLOL COR, ATC C07AB07) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
| Efeitos secundários | — | Perturbações do foro psiquiátrico: Pouco frequentes: perturbações do sono, depressão. Raros: pesadelos, alucinações Doenças do sistema nervoso: Frequentes: tonturas (1), cefaleias(1) Raros: síncope Afeções oculares: Raros: diminuição do fluxo lacrimal (a ter em consideração no caso de o doente usar lentes de contacto). Muito raros: conjuntivite. Afeções do ouvido e do labirinto: Raros: perturbações da audição. Cardiopatias: Muito frequentes: bradicardia (em doentes com insuficiência cardíaca crónica). Frequentes: agravamento de insuficiência cardíaca anterior (em doentes com insuficiência cardíaca crónica). Pouco frequentes: perturbações da condução AV, agravamento de insuficiência cardíaca anterior (em doentes com hipertensão ou angina de peito); bradicardia (em doentes com hipertensão ou angina de peito). Vasculopatias: Frequentes: sensação de frio ou adormecimento das extremidades, hipotensão especialmente em doentes com insuficiência cardíaca. Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Pouco frequentes: broncospasmo em doentes com asma brônquica ou antecedentes de doença obstrutiva das vias respiratórias. Raros: rinite alérgica. Doenças gastrointestinais: Frequentes: queixas gastrointestinais como náuseas, vómitos, diarreia, obstipação. Afeções hepatobiliares: Raros: hepatite Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: Raros: reações de hipersensibilidade (como prurido, rubor, erupção cutânea). Muito raros: os bloqueadores beta podem provocar ou agravar a psoríase ou induzir uma erupção cutânea semelhante à psoríase, alopecia. Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos: Pouco frequentes: fraqueza muscular e cãibras. Doenças dos órgãos genitais e da mama: Raros: perturbações da potência. Perturbações gerais: Frequentes: astenia (em doentes com insuficiência cardíaca crónica), fadiga (1). Pouco frequentes: astenia (em doentes com hipertensão ou angina de peito). Exames complementares de diagnóstico: Raros: aumento dos triglicéridos, aumento das enzimas hepáticas (ALAT, ASAT). Aplica-se apenas à hipertensão ou à angina de peito: (1) – Estes sintomas ocorrem especialmente no início da terapêutica. São geralmente ligeiros e desaparecem normalmente ao fim de 1 - 2 semanas. |
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| Avisos | — | Gravidez Gravidez: O Bisoprolol não é recomendado durante a gravidez, a menos que claramente necessário. Aleitamento Aleitamento: A amamentação não é recomendada durante a administração de Bisoprolol. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Não exceder 10 mg/dia na doença hepática grave. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver Bloqueadores adrenérgicos beta. Condução Condução: Risco de hipotensão; presume-se não alterar a capacidade de condução. Dopping Dopping: Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, excepto se especificado de outra forma: actividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA). Advertências especiais: Aplica-se apenas à insuficiência cardíaca crónica: O tratamento da insuficiência cardíaca crónica estável com Bisoprolol tem de ser iniciado com uma fase de titulação especial. Aplica-se a todas as indicações: Especialmente em doentes com doença isquémica cardíaca, a cessação da terapêutica com Bisoprolol não deve ser feita de forma abrupta a menos que claramente indicado, porque pode causar o agravamento transitório da doença cardíaca. Precauções: Aplica-se apenas à hipertensão ou à angina de peito: O Bisoprolol deve ser utilizado com precaução em doentes com hipertensão ou angina de peito acompanhadas de insuficiência cardíaca associada. Aplica-se apenas à insuficiência cardíaca crónica: O início do tratamento com o Bisoprolol necessita de uma monitorização regular. Não existe experiência terapêutica do tratamento com Bisoprolol na insuficiência cardíaca em doentes com as seguintes doenças e condições: – diabetes mellitus insulino-dependente (tipo I) – compromisso grave da função renal – afeção grave da função hepática – cardiomiopatia restritiva – doença cardíaca congénita – doença valvular orgânica hemodinamicamente significativa – enfarte de miocárdio nos 3 meses precedentes Aplica-se a todas as indicações: O Bisoprolol deve ser utilizado com precaução em casos de: – broncospasmo (asma brônquica, doenças obstrutivas das vias respiratórias). Na asma brônquica ou outras doenças pulmonares obstructivas crónicas que podem causar sintomas, recomenda-se administrar uma terapêutica broncodilatadora concomitante. Ocasionalmente, pode ocorrer um aumento da resistência das vias respiratórias em doentes asmáticos e, em consequência, pode ter de ser aumentada a dose de estimulantes beta 2. – diabetes mellitus com grandes flutuações nos valores da glicemia; os sintomas de hipoglicemia podem ser mascarados (p. ex., taquicardia, palpitações ou sudação). – jejum rigoroso – terapêutica em curso de dessensibilização Como com os outros bloqueadores beta, o Bisoprolol pode aumentar a sensibilidade aos alérgenos e a gravidade das reações anafilácticas. O tratamento com adrenalina nem sempre produz o efeito terapêutico esperado. – bloqueio aurículo-ventricular de primeiro grau – angina de Prinzmetal – doença arterial oclusiva periférica (a intensificação das queixas pode ocorrer especialmente durante o início da terapêutica) – anestesia geral Em doentes submetidos a anestesia geral, o bloqueio dos recetores beta diminui a incidência de arritmias e isquemia do miocárdio durante a indução e entubação, e no período pós-operatório. Actualmente, recomenda-se que o bloqueio beta seja mantido no período peri-operatório. O anestesista deve ser informado da utilização de bloqueadores beta devido ao potencial de interações com outros medicamentos, o que resulta em bradiarritmias, atenuação da taquicardia reflexa e diminuição da capacidade reflexa para compensar a perda de sangue. Se for considerado necessário interromper a terapêutica com o bloqueador beta antes da cirurgia, esta interrupção deve ser feita gradualmente e terminada cerca de 48 horas antes da anestesia. Doentes com psoríase ou com antecedentes de psoríase só deverão ser tratados com bloqueadores beta (p.ex., Bisoprolol) após uma avaliação cuidadosa dos benefícios em relação aos riscos. Em doentes com feocromocitoma, o Bisoprolol só deve ser administrado depois de bloqueio dos recetores alfa. Os sintomas da tireotoxicose podem ser mascarados com o tratamento com Bisoprolol. Informe o Médico se estiver a tomar: Medicamentos utilizados para controlar a tensão arterial ou medicamentos para problemas do coração (tais como amiodarona, amlodipina, clonidina, glicosidos digitálicos, diltiazem, disopiramida, felodipina, flecainida, lidocaína, metildopa, moxonidina, fenitoína, propafenona, quinidina, rilmenidina, verapamilo); Medicamentos para a depressão, por exemplo, imipramina, amitriptilina, moclobemida; Medicamentos para tratar uma perturbação mental, por exemplo, fenotiazinas como a levomepromazina; Medicamentos utilizados para a anestesia durante uma operação; Medicamentos utilizados para tratar a epilepsia, por exemplo, barbitúricos como o fenobarbital; Certos medicamentos para as dores (por exemplo, ácido acetilsalicílico, diclofenac, indometacina, ibuprofeno, naproxeno); Medicamentos para a asma ou medicamentos utilizados para o nariz entupido; Medicamentos utilizados para certos problemas nos olhos como o glaucoma (aumento da pressão dentro do olho) ou utilizados para dilatar a pupila do olho; Certos medicamentos para tratar o choque clínico (por exemplo, adrenalina, dobutamina, noradrenalina); Mefloquina, um medicamento para a malária; Todos estes medicamentos, assim como o bisoprolol, podem influenciar a tensão arterial e/ou a função cardíaca; Rifampicina para o tratamento de infeções; Medicamentos para tratar dores de cabeça intensas ou enxaquecas (derivados da ergotamina). |
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