⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A pirimetamina deve administrar-se com precaução e deve ser dado um suplemento de folatos em mulheres grávidas a receberem pirimetamina.
Aleitamento
Aleitamento:
A amamentação deve ser evitada durante o tempo do tratamento.
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Pirimetamina.
Durante a gravidez e noutras condições que predispõem a deficiência de folatos (ácido fólico e sais), deve administrar-se um suplemento.
A administração conjunta de um suplemento de folatos é necessária para o tratamento da toxoplasmose.
Devem efectuar-se contagens sanguíneas totais semanalmente e até duas semanas após o tratamento ser concluído.
Em doentes imunodeprimidos, a contagem sanguínea total deve ser feita duas vezes por semana.
Se ocorrerem sintomas de deficiência de folatos, o tratamento deve ser descontinuado e administradas doses elevadas de folinato de cálcio.
Deve administrar-se folinato de cálcio, dado que o ácido fólico não corrige a deficiência de folatos devida a inibidores da dihidrofolatoreductase.
A pirimetamina pode exacerbar a deficiência de folatos em indivíduos predispostos a esta condição por doença ou malnutrição; assim deve ser-lhes administrado um suplemento de folinato de cálcio.
Em doentes com anemia megaloblástica resultante de deficiência em folatos, os riscos versus benefícios da administração de pirimetamina devem ser cuidadosamente analisados.
A pirimetamina deve ser administrada com precaução a doentes com história de convulsões; devem evitar-se doses de carga elevadas nesses doentes.
Quando uma sulfonamida é administrada, deve assegurar-se uma adequada gestão de fluidos para minimizar o risco de cristalúria (presença de cristais na urina).
Devem observar-se as precauções gerais aplicáveis às sulfonamidas, dado que a pirimetamina é administrada com uma sulfonamida.
Relatos ocasionais sugerem que indivíduos a tomarem pirimetamina na profilaxia da malária, em doses excedendo 25 mg/semana, podem desenvolver anemia megaloblástica (diminuição da produção de glóbulos vermelhos por inibição da síntese de ácido desoxirribonucleico (ADN), necessário para a produção destas células do sangue) se o cotrimoxazol for prescrito concomitantemente.
Uso na insuficiência renal: O rim não é a principal via de excreção da pirimetamina e a excreção não é significativamente alterada em doentes com insuficiência renal.
Não há contudo, dados substanciais sobre o uso de pirimetamina em doentes com insuficiência renal.
Devido à falta de dados sobre a possibilidade teórica de ocorrência de metabólitos activos com o tratamento prolongado, deve ter-se precaução nos doentes com insuficiência renal.
Não se sabe se a pirimetamina é dialisável e dado que esta é co-administrada com uma sulfonamida, deve ter-se precaução de modo a evitar a acumulação da sulfonamida em doentes com insuficiência renal.
Uso na insuficiência hepática: O fígado é a principal via para o metabolismo da pirimetamina.
Dados sobre o uso de pirimetamina em doentes com insuficiência hepática são limitados.
A pirimetamina em combinação com sulfonamidas tem sido usada eficazmente para tratar a toxoplasmose em doentes com insuficiência hepática moderada.
Não há recomendações gerais para reduções de dose nos estados de insuficiência hepática mas deve considerar-se um ajustamento de dose em casos individuais.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
Pirimetamina pode, pelo seu modo de ação, conduzir à diminuição do metabolismo do folato em doentes a receber tratamento com outros inibidores de folatos, ou agentes associados com mielosupressão (diminuição da função da medula óssea), incluindo cotrimoxazol, trimetoprim, proguanil, zidovudina ou agentes citostáticos (ex.: metotrexato).
Casos de aplasia fatal da medula óssea têm sido associados à administração de daunorrubicina, citosina arabinosido e pirimetamina em indivíduos que sofrem de leucemia mieloide aguda.
Tem sido referida ocasionalmente anemia megaloblástica em doentes que receberam pirimetamina excedendo a dose de 25 mg/semana concomitantemente com uma combinação de trimetoprim/sulfonamida.
Ocorreram convulsões depois da administração simultânea de metotrexato e pirimetamina em crianças com leucemia do sistema nervoso central.
As convulsões foram referidas ocasionalmente também quando a pirimetamina foi usada em combinação com outros fármacos antimaláricos.
A administração concomitante de lorazepam e pirimetamina pode induzir hepatotoxicidade (toxicidade do fígado).
Dados in vitro sugerem que sais de antiácidos e o agente antidiarreico kaolina, reduzem a absorção de pirimetamina.
A elevada ligação às proteínas exibida pela pirimetamina pode prevenir a ligação proteica por outros compostos (ex.: quinina ou varfarina).
Isto pode afetar a eficácia ou toxicidade do fármaco concomitante dependendo dos níveis de fármaco não ligado.