⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O Bisoprolol não é recomendado durante a gravidez, a menos que claramente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
A amamentação não é recomendada durante a administração de Bisoprolol.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Não exceder 10 mg/dia na doença hepática grave.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Ver Bloqueadores adrenérgicos beta.
Condução
Condução:
Risco de hipotensão; presume-se não alterar a capacidade de condução.
Dopping
Dopping:
Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, excepto se especificado de outra forma: actividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA).
Advertências especiais:
Aplica-se apenas à insuficiência cardíaca crónica:
O tratamento da insuficiência cardíaca crónica estável com Bisoprolol tem de ser iniciado com uma fase de titulação especial.
Aplica-se a todas as indicações:
Especialmente em doentes com doença isquémica cardíaca, a cessação da terapêutica com Bisoprolol não deve ser feita de forma abrupta a menos que claramente indicado, porque pode causar o agravamento transitório da doença cardíaca.
Precauções:
Aplica-se apenas à hipertensão ou à angina de peito:
O Bisoprolol deve ser utilizado com precaução em doentes com hipertensão ou angina de peito acompanhadas de insuficiência cardíaca associada.
Aplica-se apenas à insuficiência cardíaca crónica:
O início do tratamento com o Bisoprolol necessita de uma monitorização regular.
Não existe experiência terapêutica do tratamento com Bisoprolol na insuficiência cardíaca em doentes com as seguintes doenças e condições:
– diabetes mellitus insulino-dependente (tipo I)
– compromisso grave da função renal
– afeção grave da função hepática
– cardiomiopatia restritiva
– doença cardíaca congénita
– doença valvular orgânica hemodinamicamente significativa
– enfarte de miocárdio nos 3 meses precedentes
Aplica-se a todas as indicações:
O Bisoprolol deve ser utilizado com precaução em casos de:
– broncospasmo (asma brônquica, doenças obstrutivas das vias respiratórias).
Na asma brônquica ou outras doenças pulmonares obstructivas crónicas que podem causar sintomas, recomenda-se administrar uma terapêutica broncodilatadora concomitante.
Ocasionalmente, pode ocorrer um aumento da resistência das vias respiratórias em doentes asmáticos e, em consequência, pode ter de ser aumentada a dose de estimulantes beta 2.
– diabetes mellitus com grandes flutuações nos valores da glicemia; os sintomas de hipoglicemia podem ser mascarados (p. ex., taquicardia, palpitações ou sudação).
– jejum rigoroso
– terapêutica em curso de dessensibilização
Como com os outros bloqueadores beta, o Bisoprolol pode aumentar a sensibilidade aos alérgenos e a gravidade das reações anafilácticas.
O tratamento com adrenalina nem sempre produz o efeito terapêutico esperado.
– bloqueio aurículo-ventricular de primeiro grau
– angina de Prinzmetal
– doença arterial oclusiva periférica (a intensificação das queixas pode ocorrer especialmente durante o início da terapêutica)
– anestesia geral
Em doentes submetidos a anestesia geral, o bloqueio dos recetores beta diminui a incidência de arritmias e isquemia do miocárdio durante a indução e entubação, e no período pós-operatório.
Actualmente, recomenda-se que o bloqueio beta seja mantido no período peri-operatório.
O anestesista deve ser informado da utilização de bloqueadores beta devido ao potencial de interações com outros medicamentos, o que resulta em bradiarritmias, atenuação da taquicardia reflexa e diminuição da capacidade reflexa para compensar a perda de sangue.
Se for considerado necessário interromper a terapêutica com o bloqueador beta antes da cirurgia, esta interrupção deve ser feita gradualmente e terminada cerca de 48 horas antes da anestesia.
Doentes com psoríase ou com antecedentes de psoríase só deverão ser tratados com bloqueadores beta (p.ex., Bisoprolol) após uma avaliação cuidadosa dos benefícios em relação aos riscos.
Em doentes com feocromocitoma, o Bisoprolol só deve ser administrado depois de bloqueio dos recetores alfa.
Os sintomas da tireotoxicose podem ser mascarados com o tratamento com Bisoprolol.
Informe o Médico se estiver a tomar:
Medicamentos utilizados para controlar a tensão arterial ou medicamentos para problemas do coração (tais como amiodarona, amlodipina, clonidina, glicosidos digitálicos, diltiazem, disopiramida, felodipina, flecainida, lidocaína, metildopa, moxonidina, fenitoína, propafenona, quinidina, rilmenidina, verapamilo);
Medicamentos para a depressão, por exemplo, imipramina, amitriptilina, moclobemida;
Medicamentos para tratar uma perturbação mental, por exemplo, fenotiazinas como a levomepromazina;
Medicamentos utilizados para a anestesia durante uma operação;
Medicamentos utilizados para tratar a epilepsia, por exemplo, barbitúricos como o fenobarbital;
Certos medicamentos para as dores (por exemplo, ácido acetilsalicílico, diclofenac, indometacina, ibuprofeno, naproxeno);
Medicamentos para a asma ou medicamentos utilizados para o nariz entupido;
Medicamentos utilizados para certos problemas nos olhos como o glaucoma (aumento da pressão dentro do olho) ou utilizados para dilatar a pupila do olho;
Certos medicamentos para tratar o choque clínico (por exemplo, adrenalina, dobutamina, noradrenalina);
Mefloquina, um medicamento para a malária;
Todos estes medicamentos, assim como o bisoprolol, podem influenciar a tensão arterial e/ou a função cardíaca;
Rifampicina para o tratamento de infeções;
Medicamentos para tratar dores de cabeça intensas ou enxaquecas (derivados da ergotamina).