⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Desmopressina deve ser utilizado com cuidado durante a gravidez e apenas se, na opinião do médico, os benefícios potenciais se sobrepuserem aos possíveis riscos.
Aleitamento
Aleitamento:
Desmopressina deve ser utilizado com cuidado durante a amamentação e apenas se, na opinião do médico, os benefícios potenciais se sobrepuserem aos possíveis riscos.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Efeito antidiurético pode ser reduzido.
Dopping
Dopping:
Diuréticos e Outros Agentes mascarantes. Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Condução
Condução:
Não é provável que o tratamento com Desmopressina afecte a capacidade de conduzir e/ou utilizar máquinas.
As causas orgânicas da poliúria ou aumento da frequência da mictúria ou noctúria (como hiperplasia benigna prostática (HBP), infeção do tracto urinário, cálculos/tumores renais, desordens do esfíncter renal), a polidipsia ou a diabetes mellitus inadequadamente controlada, devem ser excluídas ou tratadas apropriadamente.
Qualquer disfunção tiroidiana ou insuficiência adrenal deve ser corrigida antes do início do tratamento com desmopressina.
Os comprimidos de desmopressina não são indicados para o uso em bebés e crianças com idade inferior a 5 anos.
Aconselha-se precaução no caso de fibrose cística, doença coronária, hipertensão, doença renal e pré-eclâmpsia.
Devem ser tomadas precauções para evitar a hiponatrémia, incluindo a atenção cuidadosa da restrição de líquidos e monitorização frequente do sódio sérico, no caso do tratamento concomitante com medicamentos que se sabe induzirem a síndrome de secreção inapropriada de ADH (SIADH), isto é: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, cloropromazina, carbamazepina e no caso do tratamento concomitante com AINE’s.
Quando usada no controlo da eneurese nocturna primária, a desmopressina deve ser somente usada em doentes com pressão sanguínea normal.
Tanto os doentes como os seus familiares devem ser avisados a evitar a sobrehidratacção (incluindo durante a natação) e parar com a desmopressina durante um episódio de vómito, diarreia, infeções sistémicas e febre até que o equilíbrio de fluidos esteja normal.
O risco de convulsões hiponatrémicas deve também ser minimizado, mantendo as doses iniciais recomendadas e evitando o uso concomitante de substâncias que aumentem a secreção de vasopressina.
Como medida de precaução para prevenir a hiperhidratação e a hiponatrémia, a toma de fluidos deve ser reduzida, especialmente em doentes muito novos e em doentes idosos, em condições caracterizadas por um desequilíbrio de fluidos e de electrólitos e por um aumento da pressão intracraniana.
Durante o tratamento da eneurese nocturna a ingestão de líquidos deve ser limitada ao mínimo e apenas para saciar a sede, desde 1 hora antes e até à manhã seguinte (pelo menos 8 horas) após a administração.
A retenção de líquidos deve ser monitorizada através da pesagem do doente ou por medição do sódio plasmático ou da osmolalidade.
Um aumento do peso corporal pode ser devido a uma sobredosagem ou, mais frequentemente, devido a um aumento da toma de líquidos.
A terapêutica com desmopressina sem ajuste concomitante na toma de líquidos pode levar à retenção de líquidos e a hiponatremia, acompanhadas por sintomas como ganho de peso, dor de cabeça, náusea e edema.
Em casos graves de edema cerebral, podem ocorrer convulsões e coma.
As crianças e os idosos (dependendo da sua saúde geral) estão particularmente em risco aumentado para o desequilíbrio electrolítico e de fluidos.
Foram repetidamente relatados casos de edema cerebral em crianças saudáveis e em adultos novos tratados com desmopressina para a enurese nocturna.