⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O Cloranfenicol não é recomendado durante a gravidez, particularmente durante o 3º trimestre da gravidez e em mulheres com potencial para engravidar que não utilizam métodos contraceptivos.
Aleitamento
Aleitamento:
O Cloranfenicol não deve ser utilizado durante a amamentação.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Evitar na IR grave; usar apenas se não existirem alternativas (depressão da hematopoiese dose-dependente).
Oral:
Tome especial cuidado com Cloranfenicol
Devem evitar-se os tratamentos repetidos ou prolongados.
Recomenda-se a vigilância periódica dos parâmetros sanguíneos, o que no entanto não despista uma anemia aplástica (quando a medula óssea produz em quantidade insuficiente os três diferentes tipos de células sanguíneas existentes: glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas).
Em doentes de risco, recomenda-se igualmente a monitorização das concentrações plasmáticas.
Deve evitar-se igualmente a administração simultânea de outros fármacos que deprimam a medula.
Devem ser utilizadas doses reduzidas em doentes com alterações da função hepática.
Podem ser atingidas concentrações muito elevadas em doentes com insuficiência renal severa e nos recém-nascidos, por terem um sistema metabólico imaturo.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
O cloranfenicol é metabolizado no fígado, e, como tal, pode interagir com outros fármacos que também são metabolizados pelas enzimas do fígado.
O cloranfenicol potencia o efeito dos anticoagulantes cumarínicos (fármacos usados para prevenir a formação de coágulos no sangue) como o dicumarol e a varfarina sódica, de alguns fármacos que causam diminuição dos níveis de açucar no sangue (hipoglicemiantes) como a clorpropamida e a tolbutamida.
Pode reduzir os efeitos do ferro e da vitamina B12 em pacientes anémicos (com diminuição do número de glóbulos vermelhos no sangue), reduzir a eficácia dos contracetivos orais e reduzir a passagem da ciclofosfamida (um medicamento usado no tratamento de certos tipos de tumores) à sua forma ativa.
A eliminação e as concentrações do cloranfenicol no sangue podem ser afetadas pela fenobarbitona ou rifampicina.
Quando administrado conjuntamente com a fenitoína, podem ser atingidas concentrações mais elevadas, potencialmente tóxicas de cloranfenicol, pelo que esta associação deve ser evitada.
Quando o cloranfenicol é administrado simultaneamente com a cimetidina os efeitos são aditivos e sinergéticos.
Oftálmico:
Tome especial cuidado com cloranfenicol não deve ser utilizada de forma prolongada e/ou em tratamentos repetidos e frequentes dado que nessas condições pode favorecer:
- o aparecimento de aplasias medulares e discrasias sanguíneas (anemia aplástica, anemia hipoplástica, neutropénia, trombocitopénia e granulocitopénia).
- desequilíbrios da flora local, permitindo o crescimento de micro-organismos não susceptíveis, como os fungos.
- superinfecção.
Recomenda-se que indivíduos que estão a fazer, concomitantemente, tratamento com outro(s) medicamento(s) de uso oftálmico, com substâncias ativas diferentes, aguardem 15 minutos de intervalo entre as aplicações.
O uso prolongado do cloranfenicol é um fator de risco ao aparecimento de mielodisplasias, embora este risco esteja maximizado na administração sistémica do cloranfenicol.
Evitar a terapêutica concomitante com medicamentos que produzem depressão medular.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
O cloranfenicol inibe de forma irreversível as enzimas microssomais hepáticas, como o citocromo P450, e por conseguinte, pode prolongar a semivida dos medicamentos que são metabolizados por este sistema.
Entre estes medicamentos estão o dicumarol, a fenitoína, a clorpropamida e a tolbutamida.
Da mesma forma, outros medicamentos podem alterar a eliminação do cloranfenicol.
A administração crónica de fenobarbital ou a administração aguda de rifampicina encurta a semivida do antibiótico, presumivelmente por indução enzimática e pode resultar em níveis subterapêuticos do medicamento.
Existe a possibilidade de antagonismo do cloranfenicol com outros agentes antimicrobianos, em particular β-lactâmicos e aminoglicosídeos.