⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Este medicamento só deverá ser usado durante a gravidez se absolutamente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
As cefalosporinas são excretadas em pequenas doses no leite materno. Não foram, contudo, documentados problemas.
Antes que a terapia com Cefalotina seja instituída, deve-se fazer uma pesquisa cuidadosa quanto a reacções anteriores de hipersensibilidade às cefalosporinas, penicilinas, derivados da penicilina e penicilamina.
Reacções agudas e graves de hipersensibilidade podem requerer epinefrina (adrenalina) e outras medidas de emergência.
Há alguma evidência clínica e laboratorial de alergenicidade cruzada parcial entre as penicilinas e as cefalosporinas.
Pacientes têm demonstrado reacções graves (incluindo anafilaxia) a ambas as drogas.
Qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia, particularmente a drogas, deve receber antibióticos cautelosamente e quando absolutamente necessário.
Foi relatada colite pseudomembranosa com todos os antibióticos de amplo espectro.
Portanto, é importante considerar este diagnóstico em pacientes que apresentarem diarreia associada ao uso de antibiótico.
Essas colites podem variar em gravidade de leve a gravíssima.
O tratamento com antibiótico de amplo espectro altera a flora normal do cólon e pode permitir o crescimento de clostrídeos.
Os estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é a causa principal de colite associada ao uso de antibiótico.
Casos leves de colite pseudomembranosa usualmente respondem só com a interrupção do tratamento.
Em casos de colite moderada a grave, o tratamento deve incluir sigmoidoscopia, estudos bacteriológicos apropriados e suplementação de líquidos, electrólitos e proteínas.
Quando não há melhora após a interrupção da droga ou quando a colite é grave, a vancomicina oral é a droga de escolha para o tratamento de colite pseudomembranosa causada por Clostridium difficile, associada ao uso de antibiótico.
Outras causas de colites devem ser excluídas.
A administração inapropriada de altas doses de cefalosporinas parenterais pode causar convulsões, particularmente em pacientes com insuficiência renal.
A Cefalotina não tem demonstrado ser nefrotóxica; contudo, concentrações séricas altas e prolongadas do antibiótico podem ocorrer com doses usuais em pacientes com redução da função renal.
Nestes casos, as doses devem ser reduzidas de acordo com o clearance de creatinina.
Quando doses intravenosas de Cefalotina maiores que 6 gramas diárias são administradas por infusão contínua, por períodos superiores a 3 dias, poderá haver o aparecimento de tromboflebite, devendo-se, por este motivo, usar as veias alternadamente.
O uso prolongado de Cefalotina poderá resultar em crescimento excessivo de micro-organismos resistentes, sendo essencial a constante observação do paciente.
Se durante a terapia ocorrer uma superinfeção, devem-se tomar as medidas apropriadas.
A Cefalotina pode falsamente elevar a concentração da creatinina no soro e na urina, quando determinada pela reacção de Jaffé.
Antibióticos de amplo espectro devem ser prescritos com cautela a pacientes com histórico de doença gastrintestinal, particularmente colite.
Pacientes idosos têm maior probabilidade de ter a função renal diminuída, por isso recomenda-se a avaliação da função renal destes pacientes antes que se inicie a terapia com Cefalotina.