⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A administração de fármacos durante a gravidez deve ser apenas considerada se o
benefício esperado para a mãe for maior que qualquer possível risco para o feto.
Aleitamento
Aleitamento:
Não é recomendada a administração de Salbutamol durante o período de lactação a menos que o benefício esperado ultrapasse qualquer risco potencial.
Dopping
Dopping:
Beta-2 Agonistas. Exepto: quando administrado por via inalatória (máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas. A presença de salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL faz presumir que não se trata de um uso terapêutico da substância e será considerada como um resultado analítico positivo a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Diuréticos e Agentes Mascarantes. O uso Em Competição e Fora de Competição, conforme aplicável, de qualquer quantidade das seguintes substâncias sujeitas a um valor limite de deteção: formoterol, salbutamol, catina, efedrina, metilefedrina e pseudoefedrina, associado com um diurético ou outro agente mascarante, requer a obtenção de uma Autorização de Utilização Terapêutica especificamente para essa substância, para além da obtida para o diurético ou outro agente mascarante.
Condução
Condução:
As reacções individuais, especialmente com doses mais elevadas, podem ser tais que venham a afectar a capacidade dos doentes para conduzir, particularmente no início do tratamento e em conjunto com álcool.
Condução
Condução:
Os possíveis efeitos secundários do salbutamol como, por exemplo, cãibras musculares passageiras e tremor, podem obrigar a que se tenha precaução na utilização de máquinas.
O controlo da asma deve seguir um programa em várias etapas e a resposta do doente à terapêutica deve ser monitorizada clinicamente e por testes da função pulmonar.
O aumento da frequência de utilização de agonistas ß2 de curta duração de acção inalados para controlar o alívio dos sintomas indica uma deterioração do controlo da asma.
Nestas condições, o plano terapêutico do doente deve ser revisto.
Os broncodilatadores não devem ser o único ou principal tratamento em doentes com asma moderada a grave ou asma instável.
Nos seguintes casos Salbutamol só deve ser usado com cautela e se estritamente indicados:
- Graves perturbações cardíacas, em especial enfarte do miocárdio recente
- Doença cardíaca coronária, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva e taquiarritmia
- Hipertensão arterial severa e sem tratamento
- Aneurisma
- Diabetes que é difícil de controlar
- Feocromocitoma
- Hipertiroidismo descontrolado
- Hipocaliémia sem tratamento.
Podem ocorrer efeitos cardiovasculares com medicamentos simpaticomiméticos incluindo o Salbutamol.
Existe evidência através de dados de pós-comercialização e da literatura de ocorrência de isquémia do miocárdio associada aos beta agonistas.
Doentes que sofram de doença coronária grave (i.e. doença coronária isquémica, arritmia ou insuficiência coronária grave) e que estejam em tratamento com salbutamol, devem ser advertidos a procurar assistência médica em caso de dor no peito ou outros sintomas de agravamento da doença coronária.
Deve ser dada atenção à avaliação de sintomas como dispneia e dor no peito, uma vez que podem ser de origem cardíaca ou respiratória.
A hipocaliemia pode ser aumentada em casos de tratamento concomitante com derivados da xantina, esteróides ou diuréticos e, em hipóxia.
Os níveis séricos de potássio devem ser monitorizados em doentes de risco, especialmente no tratamento da asma aguda grave com altas doses de Salbutamol.
Ao iniciar o tratamento com Salbutamol em diabéticos, é recomendado extra controlo dos níveis glicémicos, já que os agonistas beta2 aumentam o risco de hiperglicemia.
Beta-bloqueadores adrenoreceptores não-selectivos podem inibir completamente o efeito de salbutamol.
Em doentes com asma a administração de medicamentos bloqueadores dos receptores-β está associada a um risco de grave broncoconstrição.
Portanto, Salbutamol e medicamentos bloqueadores de β-receptores não selectivos não devem ser normalmente prescritos em conjunto.
A deterioração súbita e progressiva do controlo da asma constitui potencial risco de vida.
Se o efeito de Salbutamol se tornar menos eficaz, o doente deve ser avisado a procurar aconselhamento médico, já que a repetição das inalações não deve atrasar o início de outras terapêuticas importantes.
O tratamento com o aumento de doses de corticóides deve ser considerado.
Tal como acontece com outras terapias por inalação, pode ocorrer broncospasmo paradoxal com aumento imediato sibilos após administração.
Caso isso ocorra, a preparação deve ser imediatamente interrompido e substituído por um tratamento alternativo.