Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Amoxicillin | Amoxicillin Clavulanate | |
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| Substâncias ativas | AMOXICILLIN | AMOXICILLIN (AMOXICILLIN TRIHYDRATE); CLAVULANIC ACID (CLAVULANATE POTASSIUM) |
| Código ATC | J01CA04 | J01CR02 |
| Forma | CAPSULE | — |
| Posologia | 500 mg/1 | — |
| Via de administração | ORAL | — |
| Fabricante | Redpharm Drug | APOTEX INC |
| Indicações | A Amoxicilina é utilizada no tratamento de uma série de infecções, incluindo otite média aguda, faringite estreptocócica, pneumonia, infecções da pele, infecções do tracto urinário, Salmonella, doença de Lyme, e infecções por clamídia. É também usada para prevenir a endocardite bacteriana nas pessoas de alto risco que estão em tratamento dentária, para evitar o Streptococcus pneumoniae e outras infecções bacterianas encapsuladas em pesoas sem baços, como pessoas com anemia falciforme, e para prevenção e tratamento do antraz. A Amoxicilina está indicada no tratamento oral das seguintes infecções bacterianas causadas por micro-organismos Gram-positivo e Gram-negativo susceptíveis à amoxicilina: - infecções das vias respiratórias superiores, incluindo infecções dos ouvidos, nariz e garganta: amigdalite, sinusite e otite média; - infecções das vias respiratórias inferiores: exacerbações de bronquite crónica, pneumonia lobar e broncopneumonia; - infecções do tracto gastrintestinal: febre tifóide; - infecções do tracto geniturinário: cistite, uretrite, pielonefrite, bacteriúria na gravidez, gonorreia, aborto séptico, sepsis puerperal; - Outras infecções: borreliose (doença de Lyme); - Na sequência da terapêutica intravenosa, em infecções graves, como sépsis, endocardite e meningite. Nas seguintes infecções, a terapêutica com amoxicilina deve ser iniciada caso exista evidência microbiológica de que o organismo causal é sensível à amoxicilina: - infecções da pele e tecidos moles; - infecções ósseas (exemplo: osteomielite); - infecções da vesícula e do tracto biliar; A Amoxicilina está indicada na terapêutica de erradicação do Helicobacter pylori, em associação com um inibidor da bomba de protões (ex: omeprazol, lansoprazol) e outro antibiótico (ex: claritromicina, metronidazol), nomeadamente: no adulto, na úlcera gástrica e duodenal e no linfoma gástrico a pequenas células de MALT; na criança, na gastrite micro-nodular, úlcera gástrica e duodenal. Profilaxia da endocardite: A Amoxicilina pode ser usada na prevenção da bacteriemia associada ao desenvolvimento de endocardite. Hipersensibilidade à Amoxicilina; Hipersensibilidade a antibióticos beta-lactâmicos (por exemplo: penicilinas, cefalosporinas). |
Amoxicillin (INN: AMOXICILLIN, ATC J01CA04) and Amoxicillin Clavulanate (INN: AMOXICILLIN (AMOXICILLIN TRIHYDRATE); CLAVULANIC ACID (CLAVULANATE POTASSIUM), ATC J01CR02) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
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| Efeitos secundários | Infecções e infestações Pouco frequentes: a utilização prolongada e repetida da Amoxicilina pode resultar em superinfecções e colonização com organismos ou leveduras resistentes tais como candidíase oral e vaginal. Doenças do sangue e do sistema linfático Raros: foram relatados casos isolados de eosinofilia e anemia hemolítica. Muito raras: leucopenia, granulocitopenia, trombocitopenia, pancitopenia, anemia, mielosupressão, agranulocitose, prolongamento do tempo de hemorragia e prolongamento do tempo de protombina. Contudo, estas alterações são reversíveis com descontinuação da terapêutica. Doenças do sistema imunitário Raras: podem ocorrer casos raros de edema da laringe, doença do soro, vasculite alérgica e choque anafiláctico. Doenças do sistema nervoso Raras: os efeitos no sistema nervoso central (SNC) incluem hipercinésia, tonturas e convulsões. As convulsões podem ocorrer em doentes com insuficiência renal ou nos doentes a quem são administradas doses elevadas. Doenças gastrointestinais Frequentes: dor gástrica, náuseas, perda do apetite, vómitos, flatulência, fezes moles, diarreia, enantemas (particularmente na região da boca), xerostomia, distúrbios de paladar. Estes efeitos no sistema gastrointestinal são na sua maior parte ligeiros e frequentemente desaparecem durante o tratamento ou pouco depois do final da terapêutica. Geralmente, a ingestão de Amoxicilina durante as refeições, reduz a ocorrência destes efeitos adversos. Raros: uma descoloração superficial dos dentes (especialmente no caso da suspensão) é rara. Usualmente esta descoloração pode ser removida com o escovar dos dentes. Muito raros: se ocorrer diarreia grave e persistente deve ser considerada a possibilidade muito rara de colite pseudomembranosa. A administração de fármacos antiperistaltismo é contra-indicada. Desenvolvimento de coloração preta na língua. Afecções hepatobiliares Pouco frequentes: aumento moderado e transitório das enzimas hepáticas. Raras: hepatite e icterícia colestática. Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas Frequentes: reacções cutâneas tais como exantema, prurido, urticária; o exantema típico morbiliforme ocorre 5 – 11 dias após o início da terapêutica. O aparecimento imediato de urticária indica uma reacção alérgica à Amoxicilina e o tratamento deve, como tal, ser descontinuado. Raras: edema angioneurótico (edema de Quincke), eritema multiforme exsudativo, pustulose aguda generalizada, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e dermatite exfoliativa e bolhosa. Doenças renais Raras: nefrite intersticial aguda. Perturbações gerais e alterações no local de administração Raras: febre medicamentosa. | — |
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| Avisos | Gravidez Gravidez: A prescrição em mulheres grávidas deve ser feita cautelosamente. Insuf. Renal Insuf. Renal: Reduzir dose ou prolongar intervalo de administração para 8-12 horas na IR grave; erupções cutâneas mais frequentes. Advertências Antes de iniciar a terapêutica com Amoxicilina, deve investigar-se a ocorrência prévia de reacções de hipersensibilidade a penicilinas ou cefalosporinas. A sensibilidade cruzada entre penicilinas e cefalosporinas está bem documentada. Foram registadas reacções de hipersensibilidade graves e ocasionalmente fatais (anafilaxia) em doentes a tomar antibióticos beta-lactâmicos. Se ocorrer reacção alérgica, a Amoxicilina deve ser descontinuada e instituída uma terapêutica alternativa apropriada. As reacções anafilácticas graves requerem tratamento de emergência com adrenalina, podendo ser necessário administrar oxigénio e corticosteróides por via intravenosa ou mesmo recorrer a ventilacção assistida, incluindo intubação. A Amoxicilina deve ser evitada em caso de suspeita de mononucleose infecciosa, pois a ocorrência de uma erupção morbiliforme tem sido associada a esta patologia, após o uso de Amoxicilina. A administração prolongada de Amoxicilina pode ocasionalmente levar ao crescimento de micro-organismos não sensíveis. Tem sido referido colite pseudomembranosa de ligeira a fatal relacionada com a utilização de antibióticos de largo espectro incluindo Amoxicilina. Deste modo é importante ser considerado o seu diagnóstico em doentes que desenvolvam diarreia subsequente à administração de agentes antibacterianos. O tratamento com antibióticos de largo espectro altera a flora normal do cólon e podem provocar um aumento do crescimento de Clostridium. Estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é a principal causa de colite associada a antibióticos. Após efectuado diagnóstico de colite pseudomembranosa, devem ser implementadas medidas terapêuticas apropriadas. Os casos de colite pseudomembranosa ligeira respondem normalmente apenas à interrupção do tratamento. Os casos de colite pseudomembranosa moderada a grave, devem ser controlados com fluídos e electrólitos, e tratados com um fármaco antibacteriano clinicamente eficaz contra Clostridium difficile. Embora raramente, foi referido o prolongamento do tempo de protrombina em doentes a tomar Amoxicilina. Recomenda-se uma monitorização apropriada quando anticoagulantes são prescritos concomitantemente com Amoxicilina. Pode ser necessário ajustar a dose de anticoagulantes em administração concomitante com amoxicilina. Pode ser necessário ajustar a dose de digoxina quando esta for administrada simultaneamente com Amoxicilina. Os níveis séricos de Metotrexato devem ser monitorizados quando houver administração concomitante com amoxicilina. Precauções A posologia deve ser ajustada em doentes com insuficiência renal. Em doentes com baixo débito urinário, ocorreu muito raramente cristalúria, predominantemente com a terapêutica parentérica. Durante a administração de doses elevadas de amoxicilina deve manter-se um aporte hídrico e um débito urinário adequados, por forma a reduzir o risco de cristalúria devido à Amoxicilina. | — |
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