Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Diazepam | Lorazepam | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | DIAZEPAM | LORAZEPAM |
| Código ATC | N05BA01 | N05BA06 |
| Forma | GEL | INJECTABLE |
| Posologia | 2.5MG/0.5ML (5MG/ML) | 2MG/ML |
| Via de administração | RECTAL | INJECTION |
| Fabricante | BAUSCH HEALTH US LLC | HIKMA PHARMACEUTICALS USA INC |
| Indicações | Diazepam é um medicamento ansiolítico (usado no tratamento da ansiedade, tensão e outros distúrbios físicos ou sintomáticos associados à ansiedade). Pode também ser utilizado como adjuvante no tratamento da ansiedade ou excitação associada a desordens psiquiátricas (por ex. alterações do comportamento ou esquizofrenia) ou se a ansiedade for a base de uma desordem funcional. Diazepam é útil como terapêutica adjuvante na diminuição do espasmo muscular reflexo devido a trauma local (inflamação, ferimento). Pode também ser usado para combater espasticidade resultante de ferimentos na coluna vertebral ou nos interneurónios da supra-espinal tais como paralisia cerebral e paraplegia, assim como na atetose e na síndrome do homem rígido. As benzodiazepinas só estão indicadas quando a doença é grave, incapacitante ou sujeita o doente a uma angústia extrema. Diazepam é um medicamento ansiolítico (usado no tratamento da ansiedade, tensão e outros distúrbios físicos ou sintomáticos associados à ansiedade). Pode também ser utilizado como adjuvante no tratamento da ansiedade ou excitação associada a desordens psiquiátricas (por ex. alterações do comportamento ou esquizofrenia) ou se a ansiedade for a base de uma desordem funcional. Diazepam é útil como terapêutica adjuvante na diminuição do espasmo muscular reflexo devido a trauma local (inflamação, ferimento). Pode também ser usado para combater espasticidade resultante de ferimentos na coluna vertebral ou nos interneurónios da supra-espinal tais como paralisia cerebral e paraplegia, assim como na atetose e na síndrome do homem rígido. As benzodiazepinas só estão indicadas quando a doença é grave, incapacitante ou sujeita o doente a uma angústia extrema. Hipersensibilidade ao Diazepam. Antecedentes de hipersensibilidade às benzodiazepinas. Insuficiência respiratória grave. Insuficiência hepática grave. Síndrome de apneia do sono. Miastenia gravis. As benzodiazepinas não estão recomendadas no tratamento de primeira linha da doença psicótica. As benzodiazepinas não devem ser usadas isoladamente no tratamento da depressão ou da ansiedade associada à depressão (podendo desencadear o suicídio). |
Diazepam (INN: DIAZEPAM, ATC N05BA01) and Lorazepam (INN: LORAZEPAM, ATC N05BA06) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
| Lorazepam é um benzodiazepínico. Lorazepam é utilizado para tratar a ansiedade. As benzodiazepinas pertencem ao grupo de medicamentos chamados sistema nervoso central (SNC) depressivos, que são medicamentos que retardam o sistema nervoso. Lorazepam está indicado no tratamento da ansiedade ou no alívio, por curtos períodos, dos sintomas da ansiedade. Lorazepam está também indicado para a insónia devida à ansiedade. Lorazepam só está indicado quando a doença é grave, não cede a medidas terapêuticas não medicamentosas, é incapacitante ou o indivíduo está sujeito a angústia extrema. Lorazepam está contraindicado em doentes com insuficiência respiratória grave, insuficiência hepática grave, síndrome de apneia do sono, miastenia gravise hipersensibilidade conhecida à substância ativa, o Lorazepam, às benzodiazepinas. |
| Efeitos secundários | Doenças do sistema nervoso: Ataxia, disartria, fala indistinta, cefaleias, tremor, tonturas. Pode ocorrer amnésia anterógrada com dosagens terapêuticas, aumentando o risco nas dosagens mais elevadas. Os efeitos amnésicos podem estar associados a comportamentos inadequados. Perturbações do foro psiquiátrico: Sabe-se que reações paradoxais como inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, delírio, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inapropriado e outros efeitos comportamentais adversos podem estar associados à utilização de benzodiazepinas. Caso estes efeitos ocorram, o medicamento deverá ser descontinuado. A sua ocorrência é mais comum nas crianças e nos idosos. Confusão, adormecimento das emoções, estado de vigília diminuído, depressão, libido aumentada ou diminuída. O uso crónico (mesmo em dosagens terapêuticas) pode conduzir ao desenvolvimento de dependência física: a descontinuação da terapêutica pode originar a síndrome de privação ou o fenómeno de rebound. Tem sido referido uso abusivo de benzodiazepinas. Complicações de intervenções relacionadas com lesões e intoxicações: Um risco aumentado de quedas e fracturas tem sido registado em idosos utilizadores de benzodiazepinas. Doenças gastrointestinais: Náuseas, boca seca ou hipersalivação, obstipação e outras perturbações gastrointestinais. Afeções oculares: Diplopia, visão turva. Vasculopatias: Hipotensão, depressão circulatória. Exames complementares de diagnóstico: Frequência cardíaca irregular e, muito raramente, transaminases aumentadas e fosfatase alcalina sanguínea aumentada. Doenças renais e urinárias: Incontinência, retenção urinária. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: Reações cutâneas. Afeções do ouvido e do labirinto: Vertigens. Cardiopatias: Insuficiência cardíaca, incluindo paragem cardíaca. Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Depressão respiratória, incluindo insuficiência respiratória. Afeções hepatobiliares: Icterícia, muito raramente. | Sedação, sonolência durante o dia, confusão emocional, capacidade de reação diminuída (alerta reduzido), confusão, fadiga, cefaleias, tonturas, fraqueza muscular, astenia, ataxia e alterações oculares, incluindo visão dupla, ocorrem predominantemente no início da terapêutica e em geral desaparecem com a continuação do tratamento. Outros efeitos adversos, como problemas gastrointestinais (náuseas e obstipação), alterações da libido, impotência, anorgasmia, reações alérgicas cutâneas ou alopécia foram referidos ocasionalmente. Amnésia Pode ocorrer amnésia anterógrada com doses terapêuticas, mas o risco aumenta nas doses mais elevadas. Os efeitos amnésicos podem estar associados a comportamentos inadequados. Depressão Durante a utilização com benzodiazepinas, pode revelar-se uma depressão pré-existente. Reações psiquiátricas e paradoxais Reações de inquietação, agitação, irritabilidade, hostilidade, agressividade, ilusões, ataques de raiva, alterações do sono/insónia, pesadelos, estimulação sexual, alucinações, psicoses, comportamento inadequado e outros efeitos adversos de comportamento, sabem-se estar associadas à utilização das benzodiazepinas e de substâncias com ação semelhante às benzodiazepinas. Estas reações podem ser graves e são mais comuns nas crianças e nos idosos. Dependência O uso (mesmo em doses terapêuticas) pode conduzir ao desenvolvimento de dependência física: a interrupção da terapêutica pode dar origem à síndrome de abstinência ou ao fenómeno de rebound. Pode ocorrer dependência psíquica. O uso abusivo das benzodiazepinas tem sido referido. Foram ainda referidas as seguintes reações adversas: de hipersensibilidade, anafilácticas/anafilactóides, SIADH, hiponatremia, hipotermia, hipotensão, diminuição da pressão arterial, sintomas extrapiramidais, tremores, vertigens, disartria/fala arrastada, convulsões, desinibição, euforia, coma, ideação suicida/tentativa de suicídio, depressão respiratória, apneia, agravamento da apneia do sono, agravamento da doença pulmonar obstrutiva, aumento da bilirrubina, icterícia, aumento das transaminases hepáticas e aumento da fosfatase alcalina. Os efeitos das benzodiazepinas no sistema nervoso central (SNC) e o grau de depressão respiratória são dependentes da dose. |
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| Avisos | Gravidez Gravidez: A administração contínua de benzodiazepinas durante a gravidez pode causar hipotensão, hipotermia e insuficiência respiratória no recém-nascido. Aleitamento Aleitamento: O diazepam não deve ser administrado em mães que amamentam. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver Benzodiazepinas. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver Ansiolíticos e Hipnóticos. Condução Condução: Sedação, amnésia, dificuldade de concentração e função muscular diminuída podem afectar negativamente a capacidade de conduzir ou de utilizar máquinas. Os doentes que tomam Diazepam devem estar prevenidos dos riscos que correm ao realizarem actividades que exigem grande atenção, como a condução de veículos motorizados ou utilização de máquinas. Tolerância Pode ocorrer alguma diminuição de eficácia do efeito do Diazepam após o uso repetido ao longo de um período prolongado. Dependência O uso de benzodiazepinas e de fármacos análogos às benzodiazepinas pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica. O risco de dependência aumenta com a dose e a duração do tratamento, é também maior em doentes com história clínica de alcoolismo e/ou de toxicodependência. Privação Quando se desenvolve a dependência, a paragem brusca do tratamento será acompanhada de sintomas de privação. Estes sintomas podem consistir em cefaleias, mialgias, ansiedade extrema, tensão, irrequietude, confusão e irritabilidade. Em casos graves podem ocorrer os seguintes sintomas: sensação de irrealidade, despersonalização, hiperacúsia, dormência e parestesias das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações ou convulsões. Ansiedade rebound Síndrome transitório no qual os sintomas que levaram ao tratamento com Diazepam regressam mas de forma mais intensa, podendo ocorrer aquando da descontinuação do medicamento. Pode ser aco mpanhado de outros sintomas como alterações de humor, ansiedade e inquietação. Como o risco da síndrome de privação e rebound é maior após interrupção brusca do tratamento, recomenda-se que a dosagem seja diminuída gradualmente. Amnésia As benzodiazepinas podem induzir amnésia anterógrada. Este fenómeno pode ocorrer com doses terapêuticas, sendo o risco maior nas doses mais elevadas. Os efeitos amnésicos podem estar associados a comportamento inadequado. Reações psiquiátricas e paradoxais Foram relatadas reações paradoxais, tais como inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, ilusão, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inapropriado e outros efeitos adversos comportamentais. Se estas reações ocorrerem o tratamento deve ser interrompido. Estas reações ocorrem mais frequentemente em idosos e crianças. Utilização concomitante de álcool/depressores do SNC Deve-se evitar a utilização concomitante de Diazepam com álcool e/ou depressores do SNC. Esta utilização concomitante tem o potencial de aumentar os efeitos clínicos de Diazepam, incluindo possivelmente sedação grave, depressão respiratória e/ou cardiovascular clinicamente relevante. História clínica de abuso de álcool ou droga Diazepam deve ser utilizado com extrema precaução em doentes com antecedentes de alcoolismo ou toxicodependência. Diazepam deve ser evitado em doentes com dependência de depressores do SNC, incluindo álcool. Uma excepção a este último é o tratamento das reações agudas de privação. Em doentes idosos e debilitados, devem ser utilizadas doses mais baixas. Uma dose mais baixa é recomendada em doentes com insuficiência respiratória crónica, devido ao risco de depressão respiratória. No tratamento de doentes com disfunção renal ou hepática, observar as medidas de precaução habituais. População pediátrica Uma vez que a segurança e a eficácia em doentes pediátricos com menos de 6 meses de idade não foram estabelecidas, Diazepam deve ser usado neste grupo etário com cuidado extremo e apenas quando outras alternativas terapêuticas não estejam disponíveis. | Gravidez Gravidez: O Lorazepam não deve ser utilizado durante a gravidez, particularmente no primeiro trimestre, por não se poder excluir a ocorrência de malformações fetais. Aleitamento Aleitamento: As benzodiazepinas são excretadas no leite materno. Por essa razão, não devem ser administradas durante o aleitamento, excepto quando o potencial benefício para a mulher exceda o potencial risco para a criança. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver Benzodiazepinas. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver Ansiolíticos e Hipnóticos. Condução Condução: Pode ocorrer sedação, amnésia, dificuldade de concentração e alteração da função muscular que podem afectar negativamente a capacidade de conduzir ou de utilizar máquinas. Tolerância Pode ocorrer alguma diminuição de eficácia do efeito hipnótico do Lorazepam após o uso repetido ao longo de poucas semanas. Dependência O uso do Lorazepam pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica ao Lorazepam. Quando usado no tratamento de curta duração da ansiedade, o potencial do Lorazepam para desenvolver dependência é baixo. O risco de dependência aumenta com a dose e a duração do tratamento, sendo ainda maior nos doentes com história de alcoolismo ou de toxicodependência ou com perturbações significativas da personalidade. Assim, deve ser evitado o uso do Lorazepam em doentes alcoólicos ou toxicodependentes. A dependência é reduzida quando o Lorazepam é utilizado em doses adequadas e por períodos de tratamento curtos. Quando se desenvolve dependência, a interrupção brusca do tratamento pode ser acompanhada de síndrome de privação. Esta situação pode manifestar-se através de cefaleias, mialgias, ansiedade extrema, tensão, agitação, inquietação, insónia, confusão, irritabilidade, sudação, depressão, fenómeno rebound, disforia, tonturas, movimentos involuntários, náuseas, vómitos, diarreia, perda de apetite, tremores, cólicas abdominais, palpitações, taquicardia, vertigens, exacerbação dos reflexos, perda de memória por curtos períodos e hipertermia. Em situações graves, mais frequentes nos doentes tratados com doses elevadas durante um prolongado período de tempo, podem ocorrer os seguintes sintomas: sensação de irrealidade, despersonalização, hiperacúsia, torpor e parestesias das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações/delírio, ataques de pânico ou convulsões. As convulsões podem ser mais frequentes em doentes com crises epilépticas pré-existentes ou que estão em tratamento com outros fármacos que baixam o limiar convulsivo, tais como os antidepressivos. Insónia rebound e ansiedade: uma síndrome transitória, na qual os sintomas que levaram ao tratamento com benzodiazepinas regressam, mas de forma intensificada, pode ocorrer aquando da descontinuação do medicamento, mesmo após uma semana de tratamento. Este facto pode ser acompanhado de outros sintomas como alterações de humor, ansiedade ou distúrbios do sono e inquietação. Como o risco da síndrome de abstinência /rebound é maior após interrupção brusca do tratamento, é recomendado que a dose seja diminuída gradualmente. Duração do tratamento A duração do tratamento deve ser a mais curta possível dependendo da indicação, mas não deve exceder as quatro semanas para a insónia e oito a doze semanas para a ansiedade, incluindo o tempo de diminuição gradual da dose. O prolongamento da terapêutica para além deste período não deverá ocorrer sem que seja feita urna reavaliação da situação. Pode ser útil informar o doente ao iniciar o tratamento de que este terá uma duração limitada e explicar exatamente como deverá ser efectuada a diminuição progressiva da dose. É também importante que o doente esteja informado da possibilidade de ocorrer o fenómeno de rebound durante a redução progressiva da dose, e assim minimizar a ansiedade associada a este fenómeno. Há indicações para as quais, no caso das benzodiazepinas de curta duração de ação, a síndrome de privação pode manifestar-se durante o intervalo das tomas, especialmente quando a dose é alta. Quando são utilizadas benzodiazepinas de longa duração de ação, é importante alertar para o facto de poder ocorrer síndrome de abstinência com uma eventual alteração da terapêutica para benzodiazepinas de ação de curta duração. Amnésia A utilização de benzodiazepinas pode induzir amnésia anterógrada. Isto ocorre, mais frequentemente, várias horas após a ingestão do fármaco. Para reduzir este risco, os doentes devem assegurar-se que poderão ter um período de sono ininterrupto de sete a oito horas, tempo suficiente para permitir a dissipação do efeito do medicamento. Reações psiquiátricas e paradoxais As reações de inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, ilusão, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inadequado e outros efeitos adversos comportamentais estão associados ao tratamento com benzodiazepinas. Se tal ocorrer, o tratamento deve ser interrompido. Estas reações ocorrem mais frequentemente em crianças e idosos. Grupos de doentes especiais A segurança e a eficácia do Lorazepam em indivíduos de idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas, pelo que não se recomenda a sua utilização. Doentes idosos ou debilitados poderão ser mais susceptíveis aos efeitos do Lorazepam. Assim sendo, estes doentes devem ser avaliados regularmente e as doses devem ser ajustadas cuidadosamente de acordo com a resposta do doente à terapêutica. Uma dose mais baixa está também recomendada para os doentes com insuficiência respiratória crónica devido ao risco de depressão respiratória. As benzodiazepinas não estão indicadas no tratamento de doentes com insuficiência hepática grave e/ou encefalopatia uma vez que podem desencadear encefalopatia hepática. A utilização do Lorazepam em doentes com glaucoma agudo de ângulo fechado deve ser efectuada com precaução. Uma depressão pré-existente pode emergir ou agravar-se durante a utilização de benzodiazepinas, incluindo o Lorazepam. O Lorazepam não está recomendado no tratamento de primeira linha da doença psicótica ou depressiva e não deve ser usado sem uma terapêutica antidepressiva adequada, pois poderá desencadear a tendência suicida. A utilização de benzodiazepinas, incluindo o Lorazepam, pode desencadear uma depressão respiratória potencialmente fatal. As benzodiazepinas devem ser usadas com extrema precaução em doentes com história de alcoolismo ou toxicodependência. Se estiver a tomar medicamentos para a epilepsia contendo valproato ou para a gota contendo probenecide, informe o médico pois poderá ser necessário reduzir a dose de Lorazepam. Se estiver a tomar medicamentos contendo teofilina ou aminofilina informe o médico, pois estas substâncias podem diminuir o efeito do Lorazepam. |
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