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Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Venlafaxine | Duloxetine | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | VENLAFAXINA | duloxetine |
| Código ATC | N06AX16 | N06AX21 |
| Fabricante | — | Eli Lilly Nederland B.V. |
| Indicações | Venlafaxina está indicado para o tratamento de adultos com depressão. Venlafaxina está também indicado para o tratamento de adultos com as perturbações de ansiedade seguintes: perturbação de ansiedade generalizada, perturbação de ansiedade social (medo ou comportamentos de fuga de situações sociais) e perturbação de pânico (ataques de pânico). O tratamento adequado da depressão e das perturbações de ansiedade é importante para que se sinta melhor. Se não tratar esta doença, esta pode não desaparecer e pode tornar-se mais grave e mais difícil de tratar. Tratamento da depressão, incluindo a depressão acompanhada de ansiedade. Prevenção de recaídas de um episódio de depressão ou da ocorrência de novos episódios depressivos. Hipersensibilidade à Venlafaxina. Utilização concomitante com inibidores da monoaminoxidase (IMAO). O tratamento com venlafaxina só pode iniciar-se decorridos pelo menos 14 dias após a interrupção do tratamento com um IMAO. Após interrupção do tratamento com a venlafaxina devem aguardar-se, no mínimo, 7 dias antes de se iniciar um IMAO. | A Duloxetina é usada para tratar transtorno depressivo maior e transtorno de ansiedade em geral. A Duloxetina é também usada para tratar a fibromialgia (uma doença de dor crónica), ou muscular crónica ou dores nas articulações (como dor lombar e dor da osteoartrite). A Duloxetina é também utilizada para tratar a dor causada por lesão do nervo em pessoas com diabetes (neuropatia diabética). Para o tratamento agudo e de manutenção do transtorno depressivo major (MDD), assim como a gestão do transtorno de ansiedade generalizada agudo. Também é usado para o tratamento da dor neuropática associada à neuropatia periférica diabética, e fibromialgia. Tem sido usado no tratamento de incontinência urinária de esforço (IUE) ou de stress moderado a grave em mulheres. Terapia concomitante ou recente (ou seja, dentro de 2 semanas) com um inibidor da MAO. Glaucoma de ângulo fechado não controlado. Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer outro componente da formulação. |
| Efeitos secundários | Perturbações gerais: Frequentes: Astenia/fadiga. Pouco frequentes: Fotossensibilidade. Muito raras: Anafilaxia. Aparelho cardiovascular: Frequentes: Hipertensão, vasodilatação (geralmente afrontamentos/rubor). Pouco frequentes: Hipotensão, hipotensão postural, síncope, taquicárdia. Muito Raras: Prolongamento do intervalo QT, fibrilhação ventricular, taquicárdia ventricular (incluindo torsade de pointes). Aparelho digestivo: Frequentes: Diminuição do apetite, obstipação, náuseas, vómitos. Pouco frequentes: Bruxismo, diarreia. Muito raras: Pancreatite. Sangue e Sistema linfático: Pouco frequentes: Manifestações hemorrágicas tais como equimose, hemorragia ginecológica, gastrointestinal e outras hemorragias cutâneas ou mucosas. Raras: Aumento do tempo de hemorragia, trombocitopénia. Muito raras: Discrasias sanguíneas (incluindo agranulocitose, anemia aplástica, neutropénia e pancitopénia). Mmetabólicos e nutricionais: Frequentes: Aumento do colesterol sérico, perda de peso. Pouco frequentes: Alterações dos testes da função hepática, hiponatrémia, aumento de peso. Raras: Hepatite, síndrome da secreção inadequada de hormona antidiurética (SIADH). Muito raras: Aumento da prolactina. Sistema nervoso: Frequentes: Sonhos anormais, diminuição da libido, tonturas, boca seca, aumento do tónus muscular, insónia, nervosismo, parestesias, sedação, tremor. Pouco frequentes: Apatia, alucinações, mioclonia, agitação. Raras: Convulsões, reacção maníaca, síndrome neurolética maligna (NMS), síndrome serotoninérgica, agitação psicomotora/acatísia. Muito raras: Estados confusionais, reacções extrapiramidais (incluindo distonia e disquinésia), disquinésia tardia. Frequência não conhecida: Foram notificados casos de ideação/comportamento suicida durante o tratamento com Venlafaxina ou imediatamente após a sua descontinuação. Aparelho respiratório: Frequentes: Bocejos. Muito raras: Eosinofilia pulmonar. Pele: Frequentes: Sudação (incluindo suores nocturnos). Pouco frequentes: Erupção cutânea, alopécia. Muito raras: Eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, prurido e urticária. Afecções músculo-esqueléticas: Muito raras: Rabdomiólise. Sentidos: Frequentes: Anomalias de acomodação, midríase, alterações visuais. Pouco frequentes: Alteração do paladar, zumbidos. Muito raras: Glaucoma de ângulo fechado. Aparelho urogenital: Frequentes: Ejaculação/orgasmo anormais (homens), anorgasmia, disfunção eréctil, alterações da micção (geralmente hesitação). Pouco Frequentes: Orgasmo anormal (mulheres), menorragia, retenção urinária. Reacções de privação observadas durante a descontinuação do tratamento com venlafaxina. Os sintomas de privação observados durante a descontinuação do tratamento são frequentes, em particular se a descontinuação é feita de forma abrupta. O risco de ocorrência de sintomas de privação poderá depender de vários factores, incluindo a duração do tratamento, a dose administrada e a taxa de redução da dose. Tonturas, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia), distúrbios do sono (incluindo insónia e sonhos intensos), agitação ou ansiedade, náuseas e/ou vómitos, tremor e cefaleia são as reacções mais frequentemente notificadas. Outros sintomas detectados foram: hipomania, nervosismo, confusão, fadiga, sonolência, convulsões, vertigens, zumbidos, sudação, xerostomia, anorexia, diarreia. Geralmente estes sintomas são de intensidade ligeira a moderada, contudo em alguns doentes podem ser intensos. Estes sintomas ocorrem geralmente durante os primeiros dias de descontinuação do tratamento, no entanto também têm sido muito raramente notificados em doentes que inadvertidamente falharam uma toma do medicamento. Em geral estes sintomas são autolimitados e normalmente desaparecem dentro de 2 semanas, apesar de em alguns indivíduos se poderem prolongar (2 a 3 meses ou mais). Consequentemente é aconselhável a redução gradual de venlafaxina quando o tratamento é descontinuado durante um período de várias semanas ou meses, de acordo com as necessidades do doente. Doentes Pediátricos: De um modo geral, o perfil de reacções adversas com a venlafaxina em crianças e adolescentes entre os 6 e os 17 anos de idade foi idêntico ao observado em adultos. Tal como nos adultos, observou-se diminuição do apetite, perda de peso, aumento da pressão arterial e aumento do colesterol sérico. Em ensaios clínicos em pediatria houve um aumento de notificações de hostilidade e, principalmente na perturbação depressiva major, de acontecimentos adversos relacionados com o suicídio, tais como ideação suicida e auto-flagelação. Adicionalmente observou-se, nos doentes pediátricos, dor abdominal, agitação, dispepsia, equimose, epistaxis e mialgia. | Obtenha ajuda médica de emergência se tiver algum destes sinais de reação alérgica: – – erupções cutâneas ou urticária, dificuldade em respirar, inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta. Relatar quaisquer novos sintomas ou agravamento para o seu médico, tais como: – mudanças de humor ou comportamento, ansiedade, ataques de pânico, problemas para dormir, ou se sentir impulsivo, irritável, agitado, hostil, agressivo, inquieto, hiperactivo (mentalmente ou fisicamente), mais deprimidas, ou tem pensamentos suicidas ou autoflagelação. Contacte o médico imediatamente se tem: – Náuseas, dor de estômago superior, comichão, perda de apetite, urina escura, fezes cor de barro, icterícia (amarelecimento da pele ou dos olhos); – Sensação de desfalecimento; – Agitação, alucinações, febre, ritmo cardíaco acelerado, reflexos hiperactivos, vómitos, diarréia, perda de coordenação; – Músculos muito duras (rígidas), febre alta, sudorese, confusão, tremores; – Nódoas negras, hemorragias; – Dor ou dificuldade para urinar; – Dores de cabeça, dificuldade de concentração, problemas de memória, fraqueza, convulsões, respiração superficial instável sentindo ou respiração que pára – Reacção cutânea grave – Febre, dor de garganta, inchaço no rosto ou língua, ardor nos olhos, dor na pele, seguida por uma erupção avermelhada ou roxa da pele que se espalha (especialmente no rosto ou parte superior do corpo) e provoca bolhas e descamação. Outros efeitos colaterais comuns podem incluir: – Boca seca; – Sonolência; – Sensação de cansaço; – Náusea leve ou perda de apetite; – Prisão de ventre. |
| Contraindicações | Efexor ® XR não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a qualquer componente da formulação e, por pacientes recebendo antidepressivos da classe dos inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), como por exemplo tranilcipromina , selegilina, rasagilina e linezolida . O tratamento com o Efexor ® XR não deve ser iniciado no período de, no mínimo, 14 dias após a descontinuação do tratamento com um inibidor da monoaminoxidase (IMAO). Efexor ® XR deve ser descontinuado por, no mínimo, 7 dias antes do início do tratamento com qualquer inibidor da monoaminoxidase. Este medicamento é contraindicado para uso em menores de 18 anos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. | — |
| Avisos | Gravidez Gravidez: A venlafaxina só deve ser administrada a mulheres grávidas se os benefícios esperados superam qualquer risco possível. Aleitamento Aleitamento: A venlafaxina e o seu metabólito activo O-desmetilvenlafaxina são excretados no leite materno. Assim, deve optar-se por continuar/descontinuar o aleitamento ou por continuar/descontinuar a terapêutica com Venlafaxina, tendo em consideração os benefícios do aleitamento materno para a criança e os benefícios da terapêutica com Venlafaxina para a mulher. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Metade da dose na IH moderada; evitar na grave. Insuf. Renal Insuf. Renal: Reduzir dose em 50% na IR moderada; evitar na IR grave. Condução Condução: Qualquer psicofármaco pode perturbar o raciocínio, o pensamento ou as capacidades motoras. Assim, qualquer doente a receber tratamento com venlafaxina deve ser prevenido relativamente à sua capacidade de condução e de trabalho com máquinas perigosas. Se está também a tomar, ou tomou nos últimos 14 dias, quaisquer medicamentos conhecidos como inibidores da monoamina-oxidase irreversíveis (IMAOs), utilizados para tratar a depressão ou a doença de Parkinson. Tomar um IMAO irreversível com outros medicamentos, incluindo Venlafaxina, pode causar efeitos secundários graves ou mesmo que podem colocar a vida em perigo. De igual modo, deve esperar pelo menos 7 dias após a interrupção de Venlafaxina antes de tomar qualquer medicação contendo IMAO. Se está a tomar outros medicamentos que, tomados ao mesmo tempo que Venlafaxina, podem aumentar o risco de desenvolver a síndrome serotoninérgica. Se tem problemas de olhos, nomeadamente certos tipos de glaucoma (tensão intra-ocular aumentada). Se tem antecedentes de tensão arterial elevada. Se tem antecedentes de problemas de coração. Se tem antecedentes de sincopes (convulsões). Se tem antecedentes de níveis baixos de sódio no sangue (hiponatremia). Se tem tendência para ter nódoas negras ou para ter facilmente hemorragias (antecedentes de perturbações hemorrágicas), ou se está a tomar medicamentos que possam aumentar o risco de hemorragia. Se os seus níveis de colesterol aumentarem. Se tem antecedentes ou se tem familiares com antecedentes de mania ou doença bipolar (sentimento de sobre-excitação ou euforia). Se tem antecedentes de comportamento agressivo. Se tem diabetes. Venlafaxina pode causar uma sensação de agitação ou incapacidade de se sentar ou de permanecer em repouso. Pensamentos relacionados com o suicídio e agravamento da sua depressão ou distúrbio de ansiedade Se se encontra deprimido e/ou tem distúrbios de ansiedade poderá por vezes pensar em se auto-agredir ou até suicidar. Estes pensamentos podem aumentar no início do tratamento com antidepressivos, pois estes medicamentos necessitam de tempo para actuarem. Normalmente os efeitos terapêuticos demoram cerca de duas semanas a fazerem-se sentir mas por vezes pode demorar mais tempo. Poderá estar mais predisposto a ter este tipo de pensamentos nas seguintes situações: Se tem antecedentes de ter pensamentos acerca de se suicidar ou se auto-agredir. Se é um jovem adulto. A informação proveniente de estudos clínicos revelou um maior risco de comportamento suicida em adultos jovens (com menos de 25 anos) com problemas psiquiátricos tratados com antidepressivos. Se em qualquer momento vier a ter pensamentos no sentido de auto-agressão ou suicídio deverá contactar o médico ou dirigir-se imediatamente ao hospital. Poderá ser útil para si comunicar a uma pessoa próxima de si ou a um familiar que se encontra deprimido ou que tem distúrbios de ansiedade e dar-lhes este folheto a ler. Poderá também solicitar-lhes que o informem caso verifiquem um agravamento do seu estado de depressão ou ansiedade, ou se ficarem preocupados com alterações no seu comportamento. Boca seca: Foi notificada boca seca em 10% dos doentes tratados com venlafaxina. Esta pode aumentar o risco de cáries. Portanto, deve tomar cuidados especiais com a higiene dentária. Utilização em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos: Venlafaxina não deve normalmente ser utilizado por crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. Importa igualmente assinalar que os doentes com idade inferior a 18 anos correm maior risco de sofrerem efeitos secundários tais como, tentativa de suicídio, ideação suicida e hostilidade (predominantemente agressividade, comportamento de oposição e cólera) quando tomam medicamentos desta classe. Apesar disso, o médico poderá prescrever Venlafaxina para doentes com idade inferior a 18 anos quando decida que tal é necessário. Deverá informar o médico se algum dos sintomas acima mencionados se desenvolver ou piorar quando doentes com menos de 18 anos estejam a tomar Venlafaxina. Assinala-se igualmente que não foram ainda demonstrados os efeitos de segurança a longo prazo no que respeita ao crescimento, à maturação e ao desenvolvimento cognitivo e comportamental de Venlafaxina neste grupo etário. | Gravidez Gravidez: Só deve tomar Duloxetina depois de discutir com o médico os potenciais riscos e benefícios e para o bebé. Aleitamento Aleitamento: Não se recomenda o uso de Duloxetina enquanto estiver a amamentar. Insuf. Renal Insuf. Renal: Iniciar terapêutica com doses mais baixas e aumentar gradualmente na IR ligeira a moderada. Não recomendado para Cl cr < 30 ml/minuto. Condução Condução: Duloxetina pode fazê-lo sentir-se com sono ou tonto. Não conduza nem utilize ferramentas ou máquinas antes de saber o efeito que Duloxetina tem em si. É importante que o médico verificar o seu progresso em visitas regulares para permitir mudanças na sua dose e para ajudar a prevenir quaisquer efeitos indesejados. É importante informar o médico se estiver grávida ou a tentar engravidar. O médico pode querer que se inscreva a um registro de gravidez para pacientes a tomar Duloxetina. Vai precisar de ter a sua pressão arterial avaliada antes de iniciar a toma de Duloxetina e enquanto estiver a usá-la. Se notar qualquer alteração em sua pressão arterial recomendada, contacte o médico imediatamente. Se tiver dúvidas sobre isso, fale com o médico. Não foi demostrado que a Duloxetina potencie os efeitos do álcool. Entretanto, o uso de álcool não é recomendado em doentes que estão a tomar Duloxetina. A Duloxetina pode causar agitação, estados irritadiços, ou provocar outros comportamentos anormais em alguns adolescentes e jovens adultos. Também pode levar algumas pessoas a ter pensamentos e tendências suicidas ou tornarem-se mais deprimidas. Algumas pessoas podem ter problemas para dormir, ficar irritadas com facilidade, ter um grande aumento de energia, ou começar a agir imprudente. Se perceber algum destes efeitos indesejáveis, informe o médico imediatamente. Informe também o médico teve ou alguém da sua família tem transtorno bipolar (maníaco-depressiva) ou tentou cometer suicídio. A Duloxetina pode causar graves problemas no fígado. Se tiver sintomas como urina escura, cansaço e fraqueza, fezes de cor clara, náuseas e vómitos, dor de estômago superior direito, ou olhos amarelecidos e pele, contacte o médico imediatamente. Não de repente parar de tomar Duloxetina sem verificar primeiro com o médico. Se foi instruído a parar de tomar Duloxetina, pergunte ao médico como diminuir a dose lentamente. Isto irá diminuir possibilidade de ter sintomas de abstinência, tais como tonturas, náuseas, dores de cabeça, vómitos, aumento da sudorese, irritabilidade, pesadelos ou sensação de formigueiro. Não tome Duloxetina se tiver tomado uma monoaminoxidase (MAO) (por exemplo, isocarboxazide, fenelzina, selegilina, ou tranilcipromina) nos últimos 2 semanas. Não inicie a toma de um inibidor da MAO nos 5 dias seguintes a parar a Duloxetina. Se fizer isso, pode desenvolver confusão, agitação, inquietação, trasntornos do estômago ou intestinais, súbita elevação da temperatura corporal, pressão arterial extremamente alta ou convulsões graves. Certifique-se de que o médico sabe de todos os outros medicamentos que está a usar. A Duloxetina pode causar doenças graves, chamadas síndrome de reações da serotonina ou síndrome neuroléptica maligna (NMS), quando tomada com determinados medicamentos, como a linezolida, lítio, triptofano, erva de São João, ou alguns medicamentos para a dor (por exemplo, tramadol, sumatriptano, zolmitriptano, ou rizatriptano). Fale com o médico antes de tomar outros medicamentos. Reações cutâneas graves podem ocorrer durante o tratamento com Duloxetina, incluindo eritema multiforme e síndrome de Stevens- Johnson (SJS). Suspenda o uso de Duloxetina e fale com o médico imediatamente se tem bolhas, descamação ou enrugamento e lesões vermelhas na pele; acne grave ou erupção cutânea; feridas ou úlceras na pele, ou febre ou arrepios, enquanto estiver a usar Duloxetina. A Duloxetina pode afetar os níveis de açúcar no sangue. Se é diabético e notar uma mudança nos resultados de seus testes de sangue ou urina de açúcar, consulte o médico. A Duloxetina pode levar algumas pessoas a se tornar sonolento ou ter visão turva. Certifique-se que sabe como reagir aos efeitos da Duloxetina antes de conduzir, utilizar máquinas, ou executar tarefas que possa ser perigosas se não estiver alerta ou capaz de ver claramente. Também pode sentir tonturas ao levantar-se subitamente de uma posição deitada ou sentada, devendo fazê-lo lentamente. Se estes sintomas o incomodam ou impedem de executar as suas atividades diárias, informe o médico de imediato. Duloxetina pode aumentar o risco de problemas de hemorragias. Informe o médico estiver a tomar outros medicamentos que diluem o sangue, como a aspirina, os agentes anti-inflamatórios não-esteróides também chamados de AINEs (por exemplo, ibuprofeno, naproxeno). A hiponatremia (baixa de sódio no sangue) pode ocorrer com Duloxetina. Pare de usar o medicamento e consulte o médico imediatamente se sente confusão, dificuldade de concentração, dores de cabeça, problemas de memória, fraqueza e instabilidade. |
Venlafaxine (INN: VENLAFAXINA, ATC N06AX16) and Duloxetine (INN: duloxetine, ATC N06AX21) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
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