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Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Zolpidem | Zopiclone | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | ZOLPIDEM VIR | ZOPICLONE |
| Código ATC | N05CF02 | N05CF01 |
| Fabricante | Industria Quimica Y Farmaceutica Vir S.A. | BIOMED PHARMA |
| Indicações | É utilizado no tratamento de curto prazo de insónias, isoladas ou associadas a estados de ansiedade e outros quadros psiquiátricos. Os hipno-indutores só estão indicados quando a doença é grave, incapacitando ou sujeitando o indivíduo a uma extrema ansiedade. Tratamento a curto prazo da insónia. As benzodiazepinas e as substâncias benzodiazepinas-like estão apenas indicadas se a insónia for grave, debilitante ou causar uma situação de stress grave ao doente. Insuficiência hepática grave. Hipersensibilidade ao Zolpidem. Síndrome da apneia do sono. Miastenia gravis. Insuficiência Respiratória grave Crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. | — |
| Efeitos secundários | Perturbações psiquiátricas Pouco comuns (>1/1000, <1/100): reacções paradoxais: desassossego, agitação, irritabilidade, agressividade, delírios, raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, sonambulismo, comportamentos inadequados e outros efeitos comportamentais indesejáveis, amnésia anterógrada, que pode estar associada a comportamentos inadequados. As depressões preexistentes podem manifestar-se durante a utilização de benzodiazepinas ou agentes idênticos a benzodiazepinas. A sua utilização (mesmo em doses terapêuticas) pode levar a dependência física: a descontinuação da terapêutica pode resultar em fenómenos de privação ou “rebound” Pode ocorrer dependência psicológica. O seu uso abusivo foi constatado em abusadores de múltiplas drogas. Libido reduzida. Perturbações do sistema nervoso Frequentes (>1/1000): Sonolência durante o dia seguinte, emoções entorpecidas, reduzida atenção, confusão, fadiga, dores de cabeça. Perturbações da visão Frequentes ( >1/1000): Visão dupla. Perturbações do labirinto e ouvido Frequentes (>1/1000): Vertigens, ataxia. Perturbações gastrointestinais Pouco frequentes (>1/1000, <1/100): Distúrbios gastrointestinais (diarreia, náusea, vómitos). Perturbações dermatológicas e subcutâneas Pouco frequentes (>1/1000, <1/100): reacções dermatológicas. Perturbações musculoesqueléticas, do tecido conectivo e ossos Frequentes (>1/100): Fraqueza muscular. | — |
| Avisos | Gravidez Gravidez: Não deve ser utilizado durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre. Aleitamento Aleitamento: Não é recomendada a utilização de zolpidem em mães a amamentar. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver Ansiolíticos. Condução Condução: A capacidade de conduzir ou utilizar outras máquinas pode ser afectada adversamente pela sedação, amnésia, concentração reduzida e redução da função muscular. Em geral: A causa de insónia deve ser identificada sempre que possível. Perturbações subjacentes devem ser tratadas antes de ser prescrito um hipnótico. Uma falha na remissão da insónia, após um período de tratamento de 7-14 dias, pode indicar a presença de uma perturbação primária psiquiátrica ou física, a qual deverá ser avaliada. A seguir é descrita informação geral, relacionada com os efeitos observados após a administração de benzodiazepinas ou outros hipnóticos, os quais devem ser considerados pelo Médico. Habituação: Pode ocorrer uma redução dos efeitos hipnóticos das benzodiazepinas de curta acção ou das substâncias benzodiazepinas-like, após a utilização repetida durante algumas semanas. Dependência: O uso de benzodiazepinas ou substâncias benzodiazepinas-like pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica destes medicamentos. O risco de dependência aumenta com a dose, a duração do tratamento e é também maior em doentes com uma história de alcoolismo ou toxicodependência. Com o desenvolvimento da dependência física, a suspensão brusca do tratamento será acompanhada de sintomas de abstinência. Estes sintomas podem consistir em cefaleias ou dores musculares, extrema ansiedade e tensão, nervosismo, confusão, irritabilidade e insónia. Em casos graves, podem ocorrer os seguintes sintomas: perda da noção da realidade, despersonalização, hiperacusia, entorpecimento e sensibilização das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações ou convulsões epilépticas. Insónia Rebound: O síndrome transitório no qual os sintomas que levaram ao tratamento com benzodiazepinas ou substâncias benzodiazepinas-like regressam de uma forma intensificada, podendo ocorrer aquando da descontinuação do medicamento. Podem também ser acompanhados por outras reacções, incluindo alterações de humor, ansiedade e agitação. É importante avisar o doente da possibilidade do fenómeno rebound, de forma a minimizar a ansiedade relativa a estes sintomas, que devem surgir quando o medicamento é descontinuado. Existem indicações de que, no caso das benzodiazepinas e substâncias benzodiazepinas-like de curta acção, pode ocorrer o fenómeno rebound dentro do intervalo de dosagem, principalmente com doses elevadas. Como o risco do síndrome de abstinência/fenómeno de rebound é maior após a descontinuação do tratamento, é recomendada a redução gradual da dosagem. Duração do tratamento: A duração do tratamento deve ser o mais curta possível, mas não deve ser superior a quatro semanas incluindo o processo de recuperação. O prolongamento da terapêutica para além deste período não deverá ocorrer sem que seja feita uma reavaliação da situação. Pode ser útil informar o doente da duração limitada do tratamento, quando este é iniciado. Amnésia: As benzodiazepinas e substâncias benzodiazepinas-like podem induzir amnésia anterógrada. Normalmente, esta situação aparece várias horas após a ingestão do medicamento. De forma a ser reduzido o risco, os doentes devem assegurar que podem ter um sono sem interrupções, durante 7-8 horas. Reacções psiquiátricas e "paradoxais": As reacções tais como o nervosismo, agitação, irritabilidade, ilusões, agressividade, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, sonambulismo, comportamento inadequado, e outros efeitos comportamentais adversos, são conhecidos por aparecerem quando são tomadas benzodiazepinas ou substâncias benzodiazepinas-like. Se isto ocorrer, o tratamento deve ser descontinuado. Estas reacções ocorrem mais frequentemente em idosos. Grupos especiais de doentes: Utilização em idosos e doentes debilitados: Devem receber uma dose reduzida; ver a dosagem recomendada. Devido ao efeito miorelaxante existe o risco de queda e, consequente, fractura da anca, principalmente em doentes idosos quando se levantam durante a noite. Recomenda-se precaução em doentes insuficientes renais, apesar de não ser necessário o ajuste da dose. Deve ser aplicado um cuidado especial, quando o Zolpidem é prescrito em doentes com insuficiência respiratória crónica, porque foi demonstrada a capacidade das benzodiazepinas para inibir o centro respiratório. Deve ter-se em consideração que a ansiedade ou agitação foram descritos como sinais de insuficiência respiratória descompensada. As benzodiazepinas e as substâncias benzodiazepinas-like não estão indicadas para o tratamento de doentes com insuficiência hepática grave, porque podem desencadear encefalopatias. Utilização em doentes com perturbações psicóticas: As benzodiazepinas e as substâncias benzodiazepinas-like não são recomendadas para o tratamento primário. Utilização em depressões: Apesar de não terem sido demonstradas interacções clínicas, farmacocinéticas e farmacodinâmicas relevantes com os ISRS, o Zolpidem deve ser administrado com precaução em doentes que apresentem sintomas de depressão. Podem estar presentes tendências suicidas nestes doentes. A estes doentes deve ser fornecido a dose de fármaco mais reduzida possível, devido à possibilidade de sobredosagem intencional pelo doente. As benzodiazepinas e as substâncias benzodiazepinas-like não devem ser utilizadas no tratamento da depressão ou ansiedade associada com depressão (poderá desencadear o suicídio). Utilização em doentes com história de alcoolismo ou toxicodependência: As benzodiazepinas e as substâncias benzodiazepinas-like devem ser utilizadas com extrema precaução em doentes com uma história de alcoolismo ou toxicodependência. Estes doentes devem ser cuidadosamente vigiados quando receberem Zolpidem, uma vez que se encontram em risco de habituação ou de dependência psicológica. Zolpidem pode influenciar o efeito e/ou os efeitos secundários de outros medicamentos. Se for ao Médico ou Hospital, particularmente no caso de ser submetido a uma cirurgia com anestesia, informe o Médico dos medicamentos que está a tomar. Os seguintes medicamentos podem aumentar o efeito sedativo do Zolpidem: – medicamentos utilizados no tratamento de doença mental (antipsicóticos) – medicamentos utilizados no tratamento da depressão – outros medicamentos utilizados no tratamento da dificuldade em dormir – medicamentos utilizados no tratamento da ansiedade e outros tranquilizantes – narcóticos (medicamentos fortes para o tratamento da dor) tais como codeína e morfina. Pode aumentar a sensação de excitação (euforia), o que aumenta o risco de dependência física e mental: – medicamentos utilizados para tratar a epilepsia. – anestésicos (utilizados durante as cirurgias) – medicamentos antihistaminícos que causam sonolência – medicamentos inibidores dos enzimas do fígado. Consulte o Médico ou farmacêutico sobre quais os medicamentos que têm este efeito. Zolpidem pode aumentar o efeito dos seguintes medicamentos: – relaxantes musculares. O efeito do Zolpidem pode diminuir com os seguintes medicamentos: – medicamentos utilizados no tratamento da tuberculose (rifampicina). | — |
Zolpidem (INN: ZOLPIDEM VIR, ATC N05CF02) and Zopiclone (INN: ZOPICLONE, ATC N05CF01) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
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