⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Como medida de precaução é preferível evitar o uso de Esomeprazol durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
O esomeprazol não deve ser utilizado durante a amamentação.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Não exceder 20 mg/dia na IH grave.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Usar com precaução na IR grave.
Condução
Condução:
O esomeprazol tem influência reduzida na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.
Reações adversas como tonturas e perturbações visuais são pouco frequentes. Se afectados, os doentes não devem conduzir ou utilizar máquinas.
Na presença de qualquer sintoma de alarme (por ex., perda ponderal significativa e não intencional, vómitos recorrentes, disfagia, hematemese ou melenas) e em caso de úlcera gástrica suspeita ou confirmada, deve excluir-se a presença de neoplasias malignas, uma vez que o tratamento com esomeprazol poderá aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico.
Os doentes submetidos a um tratamento prolongado (em particular os medicados durante mais de um ano) devem ser mantidos sob vigilância regular.
Os doentes submetidos a um tratamento em SOS deverão ser instruídos para contactar o médico no caso de alteração dos seus sintomas.
Quando se prescreve esomeprazol, como terapêutica em SOS, deverão ser consideradas as implicações relativas a interações com outros fármacos, devido a variações das concentrações plasmáticas de esomeprazol.
Quando se prescreve esomeprazol para erradicação de Helicobacter pylori, deverão ser consideradas as possíveis interações medicamentosas para todos os fármacos utilizados numa terapêutica tripla.
A claritromicina é um potente inibidor da CYP3A4, pelo que deverão ser consideradas as contraindicações e interações da claritromicina, quando for utilizada uma terapêutica tripla em doentes que estejam a tomar simultaneamente outros fármacos metabolizados via CYP3A4, como a cisaprida.
O tratamento com inibidores da bomba de protões pode conduzir a um ligeiro aumento do risco de infeções gastrointestinais, tais como as por Salmonella e Campylobacter.
A coadministração de esomeprazol com atazanavir não é recomendada.
Se a associação do atazanavir com um inibidor da bomba de protões for considerada inevitável, é recomendada uma monitorização apertada associada a um aumento na dose de atazanavir para 400 mg com 100 mg de ritonavir; não deverá ser excedida dose de 20 mg de esomeprazol.
O esomeprazol, como todos os medicamentos que diminuem a acidez gástrica, pode reduzir a absorção de vitamina B12 (cianocobalamina) devido a hipocloridria ou acloridria.
Tal deverá ser considerado em doentes com reservas corporais reduzidas ou com fatores de risco para absorção reduzida de vitamina B12 sob tratamento prolongado.
O esomeprazol é um inibidor da CYP2C19.
Ao iniciar ou terminar o tratamento com esomeprazol, deve ser considerado o potencial para interações com fármacos metabolizados através da CYP2C19.
Observa-se uma interação entre o clopidogrel e o omeprazol.
A relevância clínica desta interação é incerta.
Como precaução, o uso concomitante de esomeprazol e clopidogrel deverá ser desencorajado.
Foram notificados casos de hipomagnesemia grave em doentes tratados com inibidores da bomba de protões (IBP) como o esomeprazol, durante pelo menos três meses e, na maioria dos casos, durante um ano.
Podem ocorrer manifestações graves de hipomagnesemia como fadiga, tetania, delírio, convulsões, tonturas e arritmia ventricular, que podem começar de forma insidiosa e, como tal, não serem identificadas.
Na maioria dos doentes afetados, a hipomagnesemia melhorou após reposição de magnésio e descontinuação do inibidor da bomba de protões.
Nos doentes em que se preveja uma utilização prolongada de IBP ou que tomem IBP com digoxina ou com medicamentos que possam causar hipomagnesemia (por exemplo, diuréticos), os profissionais de saúde devem considerar a monitorização dos níveis de magnésio antes do início do tratamento com IBP e periodicamente durante o mesmo.
Os inibidores da bomba de protões, especialmente quando utilizados em doses elevadas e durante um período de tempo prolongado (>1 ano), podem aumentar moderadamente o risco de fracturas da anca, punho e coluna vertebral, predominantemente em idosos ou quando existem concomitantemente outros fatores de riscos reconhecidos.
Estudos observacionais sugerem que os inibidores da bomba de protões poderão aumentar o risco global de fracturas em 10-40%.
Parte deste aumento poderá dever-se a outros fatores de risco.
Os doentes com risco de osteoporose devem receber cuidados de acordo com as directrizes clínicas em vigor e devem ter aportes adequados de vitamina D e cálcio.
Interferência com análises laboratoriais
O aumento do nível de CgA poderá interferir nas análises para tumores neuroendócrinos.
Para evitar esta interferência, o tratamento de esomeprazol deve ser temporariamente interrompido desde pelo menos 5 dias antes das medições da CgA.