Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
OTC
Elosulfase alfa
INN: elosulfase alfa
Atualizado: 2026-04-25
Disponível em:
🇨🇿🇬🇧🇵🇹🇷🇺🇸🇰
Forma
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Posologia
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Via de administração
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Armazenamento
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Sobre este produto
Fabricante
User Reviews
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BioMarin International Limited
Código ATC
A16AB12
Fonte
EMA · EMEA/H/C/002779
Mucopolissacaridoses compreende um grupo de doenças de depósito lisossômico causada pela deficiência de enzimas lisossomais específicas necessárias para o catabolismo dos glicosaminoglicanos (GAG).
MPS IV é caracterizado pela ausência ou redução acentuada na actividade de N-acetilgalactosamina-6-sulfatase.
A actividade de sulfatase deficiência resulta na acumulação de substratos mordaça, KS e condroitina 6 sulfato (C6S), no compartimento lisossomal de células por todo o corpo.
A acumulação leva a célula, do tecido e disfunção de órgãos generalizada.
Elosulfase alfa destina-se a fornecer a enzima exógena N-acetilgalactosamina-6-sulfatase que serão tomadas em cima dos lisossomas e aumentar o catabolismo dos GAGs KS e C6S.
Absorção de enzima por células em lisossomas é mediado pelos receptores de manose-6-fosfato independentes de catiões que conduzem a actividade GALNS restaurado e depuração de KS e C6S.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Como medida de precaução, é preferível evitar a utilização de Elosulfase alfa durante a gravidez, a não ser que seja claramente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
Elosulfase alfa só deve ser administrado às mulheres a amamentar se o benefício potencial for considerado como sendo superior ao risco potencial para o lactente.
Condução
Condução:
Os efeitos do Elosulfase alfa sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são reduzidos. Registaram-se tonturas durante as perfusões de Elosulfase alfa; se ocorrerem tonturas após a perfusão, a capacidade de conduzir e utilizar máquinas pode ficar afectada.
Anafilaxia e reacções alérgicas graves
Em estudos clínicos, registaram-se anafilaxia e reacções alérgicas graves. Por conseguinte, terá de estar prontamente disponível o apoio clínico adequado ao administrar elosulfase alfa. Se ocorrerem estas reacções, parar imediatamente a perfusão e iniciar o tratamento clínico adequado. Devem observar-se os actuais padrões médicos para tratamento de emergência. Para os doentes que tenham apresentado reacções alérgicas durante a perfusão, deve ter-se cuidado aquando da readministração.
Reacções à perfusão
As reacções à perfusão (RP) foram as reacções adversas observadas com maior frequência em ensaios clínicos. As RP podem incluir reacções alérgicas.
Os doentes devem receber anti-histamínicos, com ou sem antipiréticos, antes da perfusão. A gestão das RP deve basear-se na intensidade da reacção e deve incluir o abrandamento ou a interrupção temporária da perfusão e/ou a administração de anti-histamínicos, antipiréticos e/ou corticosteróides adicionais. Se ocorrerem RP intensas, parar imediatamente a perfusão e iniciar o tratamento adequado. A readministração após uma reacção intensa deve realizar-se com precaução e com uma monitorização atenta por parte do médico assistente.
Compressão da espinal medula/cervical
Nos ensaios clínicos, observou-se compressão da espinal medula/cervical(CEM), quer em doentes a receber este medicamento, quer em doentes a receber placebo. Os doentes devem ser monitorizados quanto à presença de sinais e sintomas de CEM (incluindo dorsalgia, paralisia dos membros abaixo do nível de compressão, incontinência urinária e fecal) e devem ser-lhes administrados os cuidados clínicos