Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Alprazolam | Diazepam | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | ALPRAZOLAM | DIAZEPAM |
| Código ATC | N05BA12 | N05BA01 |
| Forma | TABLET, EXTENDED RELEASE | GEL |
| Posologia | 1MG | 2.5MG/0.5ML (5MG/ML) |
| Via de administração | ORAL | RECTAL |
| Fabricante | ACTAVIS ELIZABETH LLC | BAUSCH HEALTH US LLC |
| Indicações | Estados ansiosos (neuroses de ansiedade): Os sintomas que ocorrem nestes doentes incluem ansiedade, tensão, agitação, insónia, apreensão, irritabilidade e/ou hiperactividade vegetativa, resultando em queixas somáticas variadas. Ansiedade em doentes com depressão: Sintomas simultâneos de ansiedade e depressão ocorrem nestes doentes. Estados de ansiedade associada a outras situações, como, por exemplo, a fase crónica de abstinência do álcool e doenças funcionais ou orgânicas, particularmente certos transtornos gastrointestinais, cardiovasculares ou dermatológicos. Perturbações relacionadas com o pânico: Alprazolam está indicado para o tratamento de doença de pânico, com ou sem evitamento fóbico. Alprazolam está igualmente indicado para bloqueio ou atenuação dos ataques de pânico e fobias em doentes com agorafobia e ataques de pânico. A eficácia de Alprazolam no tratamento da ansiedade, para uso a longo prazo, excedendo 6 meses, não foi ainda estabelecida em ensaios clínicos sistemáticos; no entanto, doentes com perturbações de pânico foram tratados eficazmente por períodos até oito meses. O médico deverá reavaliar periodicamente a utilidade do fármaco para cada doente individualmente. As benzodiazepinas só estão indicadas quando a doença é grave, incapacitante ou o indivíduo está sujeito a angústia extrema. - Estados ansiosos (ansiedade, tensão, agitação, insónia, apreensão, irritabilidade, e/ou hiperactividade vegetativa, resultando em queixas somáticas variadas); - Ansiedade em doentes com depressão; - Estados de ansiedade associada a outras situações, como por exemplo a fase crónica de abstinência do álcool e doenças funcionais ou orgânicas, particularmente certas perturbações gastrointestinais, cardiovasculares ou dermatológicas; - Perturbações de pânico. - Doentes com hipersensibilidade ao Alprazolam e às benzodiazepinas; - Doentes com miastenia grave; - Doentes com insuficiência respiratória grave; - Síndrome de apneia do sono; - Doentes com insuficiência hepática grave. O Alprazolam não é recomendado para utilização em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. |
Alprazolam (INN: ALPRAZOLAM, ATC N05BA12) and Diazepam (INN: DIAZEPAM, ATC N05BA01) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
| Diazepam é um medicamento ansiolítico (usado no tratamento da ansiedade, tensão e outros distúrbios físicos ou sintomáticos associados à ansiedade). Pode também ser utilizado como adjuvante no tratamento da ansiedade ou excitação associada a desordens psiquiátricas (por ex. alterações do comportamento ou esquizofrenia) ou se a ansiedade for a base de uma desordem funcional. Diazepam é útil como terapêutica adjuvante na diminuição do espasmo muscular reflexo devido a trauma local (inflamação, ferimento). Pode também ser usado para combater espasticidade resultante de ferimentos na coluna vertebral ou nos interneurónios da supra-espinal tais como paralisia cerebral e paraplegia, assim como na atetose e na síndrome do homem rígido. As benzodiazepinas só estão indicadas quando a doença é grave, incapacitante ou sujeita o doente a uma angústia extrema. Diazepam é um medicamento ansiolítico (usado no tratamento da ansiedade, tensão e outros distúrbios físicos ou sintomáticos associados à ansiedade). Pode também ser utilizado como adjuvante no tratamento da ansiedade ou excitação associada a desordens psiquiátricas (por ex. alterações do comportamento ou esquizofrenia) ou se a ansiedade for a base de uma desordem funcional. Diazepam é útil como terapêutica adjuvante na diminuição do espasmo muscular reflexo devido a trauma local (inflamação, ferimento). Pode também ser usado para combater espasticidade resultante de ferimentos na coluna vertebral ou nos interneurónios da supra-espinal tais como paralisia cerebral e paraplegia, assim como na atetose e na síndrome do homem rígido. As benzodiazepinas só estão indicadas quando a doença é grave, incapacitante ou sujeita o doente a uma angústia extrema. Hipersensibilidade ao Diazepam. Antecedentes de hipersensibilidade às benzodiazepinas. Insuficiência respiratória grave. Insuficiência hepática grave. Síndrome de apneia do sono. Miastenia gravis. As benzodiazepinas não estão recomendadas no tratamento de primeira linha da doença psicótica. As benzodiazepinas não devem ser usadas isoladamente no tratamento da depressão ou da ansiedade associada à depressão (podendo desencadear o suicídio). |
| Efeitos secundários | Efeitos secundários muito frequentes (afetam mais de 1 em 10 pessoas): – Sedação, sonolência. Efeitos secundários frequentes (afetam menos de 1 em 10 pessoas e até 1 em 100 pessoas): – Visão turva – Obstipação (prisão de ventre), náuseas (enjoos) – Astenia (fraqueza), irritabilidade – Confusão, depressão – Redução do apetite – Ataxia (dificuldade em controlar os movimentos), problemas de coordenação, falhas de memória, fala arrastada, dificuldade de concentração, tonturas, dores de cabeça, atordoamento. Efeitos secundários pouco frequentes (afetam menos do que 1 em 100 pessoas e até 1 em 1000 pessoas): – Níveis elevados da hormona prolactina no sangue (hiperprolactinemia) – Vómitos – Função do fígado anormal, icterícia (amarelecimento da pele e da parte branca dos olhos) – Alterações do peso, aumento da pressão nos olhos – Alucinações, raiva, comportamento agressivo ou hostil, ansiedade, agitação, alterações da líbido (impulso ou desejo sexual), insónias (dificuldades em dormir), pensamentos anormais, nervosismo, estimulação – Fraqueza muscular – Amnésia (perda de memória), distonia (movimentos involuntários), tremores – Disfunção sexual, períodos menstruais irregulares – Incontinência (descontrolo a urinar), retenção urinária (dificuldade em urinar) – Dermatite (inflamação da pele). Efeitos secundários de frequência desconhecida (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): – Edema periférico (inchaço nos membros) – Manifestações neurovegetativas – Angioedema – Hepatite – Mais raramente, observou-se amnésia, depressão e outras reações psiquiátricas (ex. reações de inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, ilusões, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inadequado e outros efeitos adversos de comportamento). O uso de alprazolam pode conduzir ao desenvolvimento de dependência psíquica e física e a interrupção do tratamento pode originar fenómenos de abstinência ou de ressalto (reaparecimento dos sintomas de forma intensificada). Ocasionalmente, foram referidos alterações gastrointestinais, alterações do líbido (energia psíquica associada às tendências vitais) ou reações cutâneas. Dependência e sintomas de privação. O uso de benzodiazepinas (como o Alprazolam) pode provocar dependência física e psíquica destes medicamentos. O risco de dependência aumenta com a dose e com a duração do tratamento; é também maior nos doentes com história de alcoolismo ou de toxicodependência. Esta dependência pode ocorrer nas doses normais de tratamento e mesmo se não tiver fatores de risco. Terá maior probabilidade de ter dependência se utilizar várias benzodiazepinas ao mesmo tempo, independentemente daquilo para que são utilizadas. Quando se desenvolve dependência física, a interrupção brusca do tratamento pode ser acompanhada de sintomas de privação. Estes sintomas podem ser dores de cabeça, dores musculares, ansiedade extrema, tensão, inquietação, confusão, irritabilidade, disforia ligeira (desânimo) e insónia. Em situações graves podem ocorrer os seguintes sintomas: desrealizacção (alteração na percepção do mundo exterior), despersonalização (alteração na percepção de si mesmo), hiperacúsia (sensibilidade excessiva a certos sons), torpor (diminuição da sensibilidade ou de movimento) e formigueiro das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações, dores e cãibras abdominais, vómitos, sudação, tremores ou convulsões epilépticas. Por isso a dose deverá ser gradualmente reduzida para evitar os possíveis efeitos da interrupção abrupta. Ansiedade de ressalto: Quando o tratamento for interrompido, é possível que ocorra do chamado fenómeno de ressalto (rebound). Esta é uma situação passageira em que os sintomas que levaram ao tratamento com alprazolam podem voltar de forma intensificada. Estes sintomas podem ser acompanhados por outros como alterações de humor, ansiedade ou distúrbios do sono e inquietação. Como o risco de fenómenos de abstinência e ressalto é maior se a interrupção do tratamento for brusca, a dose deve ser diminuída gradualmente. | Doenças do sistema nervoso: Ataxia, disartria, fala indistinta, cefaleias, tremor, tonturas. Pode ocorrer amnésia anterógrada com dosagens terapêuticas, aumentando o risco nas dosagens mais elevadas. Os efeitos amnésicos podem estar associados a comportamentos inadequados. Perturbações do foro psiquiátrico: Sabe-se que reações paradoxais como inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, delírio, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inapropriado e outros efeitos comportamentais adversos podem estar associados à utilização de benzodiazepinas. Caso estes efeitos ocorram, o medicamento deverá ser descontinuado. A sua ocorrência é mais comum nas crianças e nos idosos. Confusão, adormecimento das emoções, estado de vigília diminuído, depressão, libido aumentada ou diminuída. O uso crónico (mesmo em dosagens terapêuticas) pode conduzir ao desenvolvimento de dependência física: a descontinuação da terapêutica pode originar a síndrome de privação ou o fenómeno de rebound. Tem sido referido uso abusivo de benzodiazepinas. Complicações de intervenções relacionadas com lesões e intoxicações: Um risco aumentado de quedas e fracturas tem sido registado em idosos utilizadores de benzodiazepinas. Doenças gastrointestinais: Náuseas, boca seca ou hipersalivação, obstipação e outras perturbações gastrointestinais. Afeções oculares: Diplopia, visão turva. Vasculopatias: Hipotensão, depressão circulatória. Exames complementares de diagnóstico: Frequência cardíaca irregular e, muito raramente, transaminases aumentadas e fosfatase alcalina sanguínea aumentada. Doenças renais e urinárias: Incontinência, retenção urinária. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: Reações cutâneas. Afeções do ouvido e do labirinto: Vertigens. Cardiopatias: Insuficiência cardíaca, incluindo paragem cardíaca. Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Depressão respiratória, incluindo insuficiência respiratória. Afeções hepatobiliares: Icterícia, muito raramente. |
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| Avisos | Gravidez Gravidez: Alprazolam não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que a condição clínica da mulher requeira tratamento com Alprazolam. Aleitamento Aleitamento: A administração de Alprazolam durante a amamentação não é recomendada. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver Benzodiazepinas. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver Ansiolíticos e Hipnóticos. Condução Condução: Sedação, amnésia, concentração alterada e função muscular alterada podem afectar negativamente a capacidade de conduzir ou de utilizar máquinas. Crianças e Adolescentes: A segurança e a eficácia do Alprazolam em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas; portanto, a utilização de alprazolam nestes doentes não é recomendada. As benzodiazepinas não devem ser administradas a crianças sem uma avaliação cuidadosa da necessidade de instituir a terapêutica, a duração do tratamento deve ser a mínima possível. Doentes idosos e/ou debilitados: Recomenda-se que o princípio geral de utilizar a dose mínima eficaz seja seguido em doentes idosos e/ou debilitados para impedir o desenvolvimento de ataxia ou hipersedação. Doentes com insuficiência respiratória: Uma dose mais baixa é também recomendada para os doentes com insuficiência respiratória crónica, devido ao risco de depressão respiratória. Doentes com insuficiência da função hepática/renal Recomenda-se precaução no tratamento de doentes com função renal insuficiente ou insuficiência hepática ligeira a moderada. As benzodiazepinas não estão indicadas no tratamento de doentes com insuficiência hepática grave, uma vez que podem desencadear encefalopatia. Ao administrar Alprazolam a insuficientes renais devem tomar-se as precauções habituais. Doentes com depressão: Em doentes com depressão major ou ansiedade associada à depressão, as benzodiazepinas e os fármacos do tipo benzodiazepina não devem ser utilizados isoladamente para tratar depressão, pois podem precipitar ou aumentar o risco de suicídio. Portanto, o alprazolam deve ser utilizado com precaução e o tempo de prescrição deve ser limitado em doentes com sinais e sintomas de uma perturbação depressiva ou tendências suicidas. Não foi testada a utilização de Alprazolam em situações de depressão com componente psicótico, com diagnóstico de depressão bipolar ou na depressão "endógena" (ou seja, doentes hospitalizados por depressão grave). As benzodiazepinas não estão recomendadas no tratamento de 1ª linha da doença psicótica. Doentes com perturbação de pânico: As perturbações relacionadas com pânico têm sido associadas a estados depressivos primários e secundários “major” e ao aumento do registo de suicídios em doentes não tratados. Portanto, devem tornar-se as mesmas precauções ao utilizar as doses de Alprazolam mais elevadas para tratamento de doentes com perturbações relacionadas com pânico, tal como sob qualquer terapêutica com psicotrópicos no tratamento de doentes deprimidos ou nos que manifestem tendências ou planos suicidas. Dependência de álcool/drogas: As benzodiazepinas devem ser utilizadas com extrema precaução em doentes com histórico de abuso de álcool ou drogas. Dependência: O uso de benzodiazepinas pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica destes medicamentos. O risco de dependência aumenta com a dose e com a duração do tratamento; é também maior nos doentes com antecedentes de alcoolismo ou de toxicodependência. A dependência pode ocorrer em doses terapêuticas e/ou em doentes sem qualquer fator de risco individualizado. Existe um risco maior de dependência com a utilização combinada de várias benzodiazepinas, independentemente da indicação ansiolítica ou hipnótica. Também foram relatados casos de abuso. Sintomas de privação: Quando se desenvolve dependência física, a interrupção brusca pode ser acompanhada de sintomas de abstinência. Estes podem consistir em cefaleias, mialgias, ansiedade extrema, tensão, inquietação, confusão, irritabilidade e insónia. Em situações graves podem ocorrer os seguintes sintomas: desrealização, despersonalização, hiperacúsia, adormecimento e parestesias das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações, alucinações e crises epilépticas. Estes sinais e sintomas, especialmente os mais graves, são normalmente mais comuns nos doentes que receberam doses excessivas durante períodos prolongados. Contudo, há relatos de sintomas de abstinência após a interrupção abrupta de benzodiazepinas administradas em níveis terapêuticos. Consequentemente, deve evitar-se o abandono repentino da medicação, instituindo-se um esquema de redução gradual. Quando se interrompe a terapêutica em doentes com perturbações relacionadas com pânico, a sintomatologia associada à recidiva dos ataques de pânico mimetizam muitas vezes os sintomas de privação. Ansiedade de ressalto: Pode ocorrer uma síndrome transitória na qual os sintomas que levaram ao tratamento com benzodiazepinas regressam mas de forma intensificada, aquando da descontinuação do medicamento. Este facto pode ser acompanhado de outros sintomas como alterações de humor, ansiedade ou distúrbios do sono e inquietação. Como o risco de fenómenos de abstinência/ressalto é maior após interrupção brusca do tratamento, é recomendado que a dosagem seja diminuída gradualmente. Quando se pretender suspender o tratamento com Alprazolam em comprimidos de libertação modificada, a dose deve ser reduzida lentamente seguindo as boas práticas clínica. De acordo com o recomendado, a redução diária de Alprazolam não deve ultrapassar 0,5 mg cada três dias. Alguns doentes podem necessitar de um esquema de redução ainda mais lento. Duração do tratamento: A duração do tratamento deve ser a mais curta possível dependendo da indicação, mas não deve exceder as oito a doze semanas no tratamento da ansiedade, e oito meses no tratamento da perturbação de pânico, incluindo o tempo de diminuição gradual da dose. O prolongamento da terapêutica para além deste período não deverá ocorrer sem que seja feita uma reavaliação da situação. Pode ser útil informar o doente, ao iniciar o tratamento, de que este terá uma duração limitada e explicar exatamente como é que será feita a diminuição progressiva da dose. É também importante que o doente esteja informado da possibilidade de ocorrerem fenómenos de ressalto e assim minimizar a ansiedade associada a estes fenómenos caso ocorram durante a redução progressiva da dose. Há indicações de que, no caso de benzodiazepinas de curta duração de ação, os fenómenos de abstinência podem manifestar-se dentro do intervalo de doses terapêuticas, especialmente quando a dose é alta. Quando são utilizadas benzodiazepinas de ação longa, é importante alertar contra a mudança na benzodiazepina de curta duração de ação, dado que se podem desenvolver sintomas de abstinência. Amnésia: As benzodiazepinas podem induzir amnésia anterógrada. Isto ocorre mais frequentemente várias horas após a ingestão do fármaco. Reações psiquiátricas e paradoxais: reações como inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, delírios, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inadequado e outros efeitos adversos comportamentais estão associadas ao tratamento com benzodiazepinas. Se isto ocorrer, o tratamento deve ser interrompido. Estas reações ocorrem mais frequentemente em crianças e idosos. Tolerância: Pode ocorrer uma perda de eficácia dos efeitos hipnóticos das benzodiazepinas após utilização repetida durante várias semanas. Foram notificados episódios de hipomania e mania associados à utilização de alprazolam em doentes com depressão. Este medicamento contém lactose. Doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase ou malabsorção de glucose-galactose não devem tomar este medicamento. É especialmente importante que informe o médico se estiver a tomar algum dos seguintes medicamentos: - quaisquer outros medicamentos para tratar a ansiedade ou depressão ou para ajudar a adormecer; - analgésicos fortes (por exemplo, morfina ou codeína); - medicamentos antipsicóticos utilizados para tratar doenças mentais como esquizofrenia; - medicamentos para tratar a epilepsia (por exemplo, carbamazepina) - medicamentos para o alívio de alergias; - medicamentos para tratar infeções fúngicas (por exemplo, cetoconazol); - contracetivos orais; - alguns antibióticos (por exemplo, eritromicina); - cimetidina (um medicamento para tratar úlceras); - diltiazepam (utilizado para angina de peito e pressão arterial elevada); - ritonavir ou outros medicamentos semelhante para tratar infeção VIH/Sida. Se for sujeito a uma cirurgia em que lhe será administrada anestesia geral, informe o Médico ou Anestesista de que está a tomar Alprazolam. | Gravidez Gravidez: A administração contínua de benzodiazepinas durante a gravidez pode causar hipotensão, hipotermia e insuficiência respiratória no recém-nascido. Aleitamento Aleitamento: O diazepam não deve ser administrado em mães que amamentam. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver Benzodiazepinas. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver Ansiolíticos e Hipnóticos. Condução Condução: Sedação, amnésia, dificuldade de concentração e função muscular diminuída podem afectar negativamente a capacidade de conduzir ou de utilizar máquinas. Os doentes que tomam Diazepam devem estar prevenidos dos riscos que correm ao realizarem actividades que exigem grande atenção, como a condução de veículos motorizados ou utilização de máquinas. Tolerância Pode ocorrer alguma diminuição de eficácia do efeito do Diazepam após o uso repetido ao longo de um período prolongado. Dependência O uso de benzodiazepinas e de fármacos análogos às benzodiazepinas pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica. O risco de dependência aumenta com a dose e a duração do tratamento, é também maior em doentes com história clínica de alcoolismo e/ou de toxicodependência. Privação Quando se desenvolve a dependência, a paragem brusca do tratamento será acompanhada de sintomas de privação. Estes sintomas podem consistir em cefaleias, mialgias, ansiedade extrema, tensão, irrequietude, confusão e irritabilidade. Em casos graves podem ocorrer os seguintes sintomas: sensação de irrealidade, despersonalização, hiperacúsia, dormência e parestesias das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações ou convulsões. Ansiedade rebound Síndrome transitório no qual os sintomas que levaram ao tratamento com Diazepam regressam mas de forma mais intensa, podendo ocorrer aquando da descontinuação do medicamento. Pode ser aco mpanhado de outros sintomas como alterações de humor, ansiedade e inquietação. Como o risco da síndrome de privação e rebound é maior após interrupção brusca do tratamento, recomenda-se que a dosagem seja diminuída gradualmente. Amnésia As benzodiazepinas podem induzir amnésia anterógrada. Este fenómeno pode ocorrer com doses terapêuticas, sendo o risco maior nas doses mais elevadas. Os efeitos amnésicos podem estar associados a comportamento inadequado. Reações psiquiátricas e paradoxais Foram relatadas reações paradoxais, tais como inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, ilusão, ataques de raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inapropriado e outros efeitos adversos comportamentais. Se estas reações ocorrerem o tratamento deve ser interrompido. Estas reações ocorrem mais frequentemente em idosos e crianças. Utilização concomitante de álcool/depressores do SNC Deve-se evitar a utilização concomitante de Diazepam com álcool e/ou depressores do SNC. Esta utilização concomitante tem o potencial de aumentar os efeitos clínicos de Diazepam, incluindo possivelmente sedação grave, depressão respiratória e/ou cardiovascular clinicamente relevante. História clínica de abuso de álcool ou droga Diazepam deve ser utilizado com extrema precaução em doentes com antecedentes de alcoolismo ou toxicodependência. Diazepam deve ser evitado em doentes com dependência de depressores do SNC, incluindo álcool. Uma excepção a este último é o tratamento das reações agudas de privação. Em doentes idosos e debilitados, devem ser utilizadas doses mais baixas. Uma dose mais baixa é recomendada em doentes com insuficiência respiratória crónica, devido ao risco de depressão respiratória. No tratamento de doentes com disfunção renal ou hepática, observar as medidas de precaução habituais. População pediátrica Uma vez que a segurança e a eficácia em doentes pediátricos com menos de 6 meses de idade não foram estabelecidas, Diazepam deve ser usado neste grupo etário com cuidado extremo e apenas quando outras alternativas terapêuticas não estejam disponíveis. |
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