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Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Diclofenac | Ibuprofen | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | DICLOFENAC | IBUPROFEN |
| Código ATC | D11AX18 | C01EB16 |
| Forma | PATCH | TABLET, FILM COATED |
| Posologia | .0125 g/g | 200 mg/1 |
| Via de administração | TRANSDERMAL | ORAL |
| Fabricante | Strand Health Group | Whole Foods Market, INC. |
| Indicações | Dor, inflamação e edema pós-traumáticos; inflamação e edema pós-operatórios; dor e/ou estados inflamatórios em ginecologia, por exemplo, dismenorreia primária ou anexite; sindromes dolorosos da coluna vertebral; reumatismo não articular; crises de enxaqueca; inibição da miose na cirurgia da catarata; prevenção da inflamação nas cirurgias da catarata e do segmento anterior do olho; tratamento da dor ocular no procedimento de queratectomia fotorefrativa, nas primeiras 24 horas após a cirurgia. Diclofenac está indicado em: - dor, inflamação e edema pós-traumáticos, por exemplo, devido a entorses. - dor, inflamação e edema pós-operatórios, por exemplo, na sequência de cirurgia estomatológica ou ortopédica. - dor e/ou estados inflamatórios em ginecologia, por exemplo, dismenorreia primária ou anexite. - sindromes dolorosos da coluna vertebral. - reumatismo não articular. - crises de enxaqueca É utilizado no decurso de certos tipos de cirurgias oculares e após as cirurgias: - inibição da miose (diminuição do diâmetro da pupila) na cirurgia da catarata, - prevenção da inflamação nas cirurgias da catarata e do segmento anterior do olho, - tratamento da dor ocular no procedimento de queratectomia fotorefrativa (correção cirúrgica da miopia), nas primeiras 24 horas após a cirurgia. - Hipersensibilidade ao Diclofenac. - Úlcera péptica/hemorragia ativa ou história de úlcera péptica/hemorragia recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada). - História de hemorragia gastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica anterior com AINE. - Último trimestre de gravidez. - Insuficiência hepática, renal ou cardíaca grave. - Insuficiência cardíaca congestiva estabelecida (NYHA II-IV), doença isquémica cardíaca, doença arterial periférica e/ou doença cerebrovascular. - Tal como com quaisquer outros anti-inflamatórios não esteróides (AINE), Diclofenac também está contraindicado nos doentes em que as crises de asma, urticária ou rinite aguda sejam precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros AINE. | O Ibuprofeno é um medicamento anti-inflamatório não esteróide (AINE), usado para tratar a dor ligeira a moderada, ajuda a aliviar os sintomas de artrite (osteoartrite, artrite reumatóide, artrite juvenil), tais como inflamação, inchaço, rigidez e dor nas articulações. O Ibuprofeno não cura a artrite e ajuda apenas durante o tratamento. Além disso, o Ibuprofeno pode ser usado para tratar a febre, dores menstruais, e outras condições. Este medicamento tem acção contra a inflamação (reacção de defesa do organismo a uma agressão), dor e alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia. Hipersensibilidade ao Ibuprofeno. Doentes com antecedentes de reações de hipersensibilidade (por ex. asma, rinite, angioedema ou urticária) associadas ao ácido acetilsalicílico, ibuprofeno ou outros fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs). Doentes com história de úlcera péptica/hemorragia activa ou antecedentes de úlcera péptica/hemorragia (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada). Doentes com antecedentes de hemorragia ou perfuração gastrointestinal, relacionada com terapêutica anterior com AINEs. Insuficiência cardíaca grave, insuficiência hepática grave ou insuficiência renal grave. Hemorragias cerebrovasculares ou outras hemorragias activas. Distúrbios na produção de células sanguíneas de causa desconhecida. Situação de desidratação grave (por ex. provocada por vómitos, diarreia ou ingestão insuficiente de líquidos). Aplicação em pele não intacta. Terceiro trimestre de gravidez. Utilização nos olhos, lábios ou membranas mucosas. |
| Efeitos secundários | Os medicamentos tais como Diclofenac podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio) ou AVC. Alguns efeitos secundários raros ou muito raros podem ser graves: Efeitos com probabilidade de afetarem entre menos de 1 a 10 em cada 10.000 - Hemorragias ou hematomas não usuais. - Febre elevada ou dor de garganta persistente. - Reações alérgicas com inchaço da face, lábios, boca, língua ou garganta, frequentemente associados com eritema e comichão, o que poderá causar dificuldade em engolir, hipotensão (pressão arterial baixa), desmaios. Pieira e sensação de falta de ar (sinais de asma). - Dor no peito (sinais de ataque cardíaco). - Dores de cabeça graves e súbitas, náuseas, tonturas, sonolência, edemaciamento, incapacidade ou dificuldade em falar, paralisia (sinais de um ataque cerebrovascular). - Pescoço rígido (sinais de meningite viral). - Convulsões. - Hipertensão (pressão arterial elevada). - Pele vermelha ou púrpura (possíveis sinais de inflamação dos vasos sanguíneos). Eritema cutâneo com bolhas, inchaço dos lábios, olhos ou boca. - Inflamação da pele com descamação. - Dor de estômago grave, fezes negras ou com sangue. Vómitos com sangue. - Amarelecimento da pele ou olhos (sinais de hepatite/insuficiência hepática). - Sangue na urina, excesso de proteínas na urina, diminuição acentuada de produção de urina (sinais de problemas nos rins). Se sentir alguns destes sintomas, avise imediatamente o seu médico. Alguns efeitos secundários são frequentes: Efeitos com probabilidade de afetarem entre menos de 1 e 10 em cada 100 doentes Dor de cabeça, tonturas, náuseas, vómitos, diarreia, indigestão, dor abdominal, flatulência, perda de apetite, alterações da função hepática. (p.ex. níveis das transaminases), eritema cutâneo. Alguns efeitos secundários são raros: Efeitos com probabilidade de afetarem 1 a 10 em cada 10.000 doentes Sonolência, dor de estômago, inchaço dos braços, mãos, pernas e pés (edema). Alguns efeitos secundários são muito raros: Efeitos com probabilidade de afetarem menos de 1 em cada 10.000 doentes Desorientação, depressão, dificuldades em dormir, pesadelos, irritabilidade, distúrbios psicóticos, tremor ou edemaciamento das mãos e dos pés, perturbações da memória, ansiedade, tremores, alterações do paladar, perturbações da visão ou audição, obstipação, aftas, úlcera do esófago (o tubo que transporta a comida da garganta para o estômago), palpitações, perda de cabelo, vermelhidão, inchaço e formação de bolhas na pele (devido à sensibilidade aumentada ao sol). | Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados através da toma da dose mais baixa durante o menor período de tempo necessário para aliviar os sintomas. Os idosos que tomam este medicamento têm um maior risco de desenvolver problemas associados com efeitos indesejáveis. PARE DE UTILIZAR este medicamento se: Sinais de sangramento gastrointestinal tais como: dor grave no abdómen, fezes escuras, vómitos com sangue ou com partículas escuras semelhantes a borras de café. Sinais de reacções alérgicas raras mas graves tais como agravamento da asma, ruídos respiratórios ou falta de ar inesperados, inchaço da face, língua ou garganta, dificuldade em respirar, coração acelerado, diminuição da pressão sanguínea que resulte em choque. Reacções na pele graves tais como erupções generalizadas no corpo, descamação ou bolhas na pele, incluindo uma reacção cutânea grave conhecida como síndrome de DRESS (frequência desconhecida). Os sintomas de DRESS incluem: erupção cutânea, febre, inchaço dos nódulos linfáticos e um aumento de eosinófilos (um tipo de células sanguíneas brancas). Frequentes (podem afectar até 1 a 10 pessoas): - sintomas gastrointestinais, como azia, dores abdominais e náuseas, indigestão, diarreia, vómitos, flatulência (gases), prisão de ventre e pequenas perdas de sangue no estômago e/ou no intestino que podem causar anemia em casos excepcionais. Pouco frequentes (podem afectar até 1 a 100 pessoas): - úlceras gastrointestinais, sangramento ou perfuração, inflamação na membrana mucosa da boca com formação de úlceras, agravamento da doença inflamatória intestinal crónica (colite e doença de Crohn), gastrite - dor de cabeça, tonturas, insónias, agitação, irritabilidade ou cansaço - distúrbios visuais - diversas erupções na pele - reacções de hipersensibilidade com urticária e comichão Raros (podem afectar até 1 a 1000 pessoas): - tinido (zumbido nos ouvidos), perdas de audição - lesões nos rins (necrose papilar), caracterizada por concentrações elevadas de ureia no sangue, dores laterais e/ou abdominais, sangue na urina e febre - aumento da concentração sanguínea de ácido úrico - diminuição dos níveis de hemoglobina Muito raros (podem afectar até 1 em 10000 pessoas): - inflamação do esófago (esofagite), inflamação do pâncreas (pancreatite) e formação de estenose intestinal tipo diafragma - insuficiência cardíaca, ataque cardíaco - diminuição da quantidade de urina e inchaço (especialmente em doentes com hipertensão ou função renal diminuída); inchaço (edema) e urina turva (síndrome nefrótico); doença inflamatória renal (nefrite intersticial) que pode levar a insuficiência renal aguda. - reacções psicóticas, depressão - pressão sanguínea alta (hipertensão), vasculite - palpitações - mau funcionamento do fígado, lesões no fígado (os primeiros sinais são descoloração da pele), especialmente durante tratamentos a longo prazo, insuficiência hepática, inflamação aguda do fígado (hepatite) - problemas na produção das células do sangue • os primeiros sinais são: febre, dor de garganta, úlceras superficiais na boca, sintomas semelhantes a gripe, cansaço severo, sangramento nasal e da pele e nódoas negras inexplicáveis. Não pode tratar estes sintomas com analgésicos ou com medicamentos para reduzir a febre (medicamentos antipiréticos) sem supervisão médica. - infecções graves da pele e complicações ao nível dos tecidos moles em doentes com varicela - foi descrito agravamento de inflamações relacionadas com infecção (ex. fasceíte necrosante) associado à utilização de certos analgésicos (AINEs). - têm sido observados sintomas de meningite asséptica, com rigidez da nuca, dor de cabeça, náuseas, vómitos, febre ou perturbações da consciência durante a utilização de ibuprofeno. Os doentes com doenças autoimunes (LES, doença mista do tecido conjuntivo) têm maior probabilidade de ser afectados. - formas graves de reacções cutâneas como erupção cutânea com vermelhidão e bolhas (ex. Síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme, necrólise epidérmica tóxica/Síndrome de Lyell), perda de cabelo (alopécia). Desconhecidos (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): - reacções respiratórias que incluem asma, broncospasmo ou dispneia. - pode ocorrer uma reacção cutânea grave conhecida como síndrome de DRESS. Os sintomas de DRESS incluem: erupção cutânea, febre, inchaço dos nódulos linfáticos e um aumento de eosinófilos (um tipo de células sanguíneas brancas). - Erupção cutânea generalizada, avermelhada e descamativa com inchaços sob a pele e bolhas, localizada sobretudo nas pregas da pele, tronco e extremidades superiores, acompanhada por febre no início do tratamento (Pustulose generalizada exantemática aguda). - a pele torna-se sensível à luz. Os medicamentos como o ibuprofeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco ("enfarte do miocárdio") ou acidente vascular cerebral. |
| Avisos | Gravidez Gravidez: Não deve tomar Diclofenac durante a gravidez a não ser que seja absolutamente necessário. Aleitamento Aleitamento: Não deverá amamentar se estiver a tomar Diclofenac, pois poderá prejudicar a sua criança. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver AINEs. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver AINEs. Condução Condução: Em casos raros doentes a tomar Diclofenac podem sentir alguns efeitos como tonturas, sonolência ou perturbações da visão. Se sentir algum destes efeitos não deve conduzir veículos, utilizar máquinas ou executar quaisquer tarefas que requeiram uma atenção especial. Têm sido notificados com todos os AINE, incluindo o diclofenac, casos de hemorragias gastrointestinais, ulceração ou perfuração gastrointestinais potencialmente fatais, em várias fases do tratamento, associados ou não a sintomas de alerta ou história de eventos gastrointestinais graves. Estas ocorrências têm geralmente consequências mais graves no idoso. Se ocorrerem hemorragias gastrointestinais ou ulceração em doentes tratados com Diclofenac, o medicamento deverá ser interrompido. Têm sido notificadas, muito raramente, reações cutâneas graves, algumas das quais fatais, incluindo dermatite esfoliativa, sindroma de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, em associação com a utilização de AINE, incluindo Diclofenac. Aparentemente, o maior risco de aparecimento destas reações encontra-se no início do tratamento, sendo que na maioria dos casos estas reações se manifestam durante o primeiro mês de tratamento. Diclofenac deve ser interrompido aos primeiros sinais de rash cutâneo, lesões mucosas ou outras manifestações de hipersensibilidade. Tal como com outros AINE, as reações alérgicas, incluindo reações anafilácticas/anafilactóides, podem também ocorrer com diclofenac em casos raros, sem exposição prévia ao fármaco. Tal como com outros AINE, Diclofenac poderá mascarar os sinais e sintomas de infeção devido às suas propriedades farmacodinâmicas. Precauções: Gerais: A administração concomitante de Diclofenac com AINE sistémicos, incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, deve ser evitada devido à ausência de evidências que demonstrem benefícios de sinergias e o potencial de efeitos indesejáveis adicionais. Por questões médicas, recomenda-se precaução no tratamento dos doentes idosos. Recomenda-se, em particular, a utilização da dose mínima eficaz nos doentes idosos fragilizados ou que apresentem um peso corporal reduzido. Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o menor tempo necessário para controlar os sintomas. Asma pré-existente: As reações a AINE como exacerbações asmáticas (chamadas intolerância a analgésicos/analgésicos-asma), edema de Quincke ou urticária são mais frequentes em doentes com asma, rinite alérgica sazonal, inflamação da mucosa nasal (i.e. pólipos nasais), doenças pulmonares obstrutivas crónicas ou infeções crónicas do tracto respiratório (especialmente se ligadas a sintomas similares a rinite alérgica) do que noutros doentes. Assim, é recomendada precaução especial nestes doentes (medidas de emergência). Isto é aplicável também para doentes que são alérgicos a outras substâncias, como por exemplo reações cutâneas, prurido ou urticária. Efeitos cardiovasculares e cerebrovasculares: Têm sido notificados casos de retenção de líquidos e edema associados ao tratamento com AINE, pelo que os doentes com história de hipertensão arterial e/ou insuficiência cardíaca congestiva ligeira a moderada deverão ser adequadamente monitorizados e aconselhados. Os dados dos ensaios clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração de diclofenac, em particular de doses elevadas (150 mg diários) e durante longos períodos de tempo poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais (por exemplo, enfarte do miocárdio ou AVC). Os doentes com fatores de risco significativos para eventos cardiovasculares (ex: hipertensão, hiperlipidemia, diabetes mellitus, fumadores) apenas devem ser tratados com diclofenac após cuidadosa avaliação. Como os riscos cardiovasculares do diclofenac podem aumentar com a dose e duração da exposição, deve ser usada a menor dose diária eficaz, durante o mais curto período de tempo. As necessidades do doente para alívio sintomático e a resposta à terapêutica devem ser reavaliadas periodicamente. Efeitos gastrointestinais: Tal como em todos os AINE, incluindo o diclofenac, a monitorização médica cuidadosa é imperativa e deve ter-se particular cuidado quando se prescreve Diclofenac a doentes com sintomas indicativos de perturbações gastrointestinais (GI) ou com história sugestiva de ulceração gástrica ou intestinal, hemorragia ou perfuração. O risco de hemorragia gastrointestinal é mais elevado com doses mais elevadas de AINE, em doentes com história de úlcera péptica, especialmente se associada a hemorragia ou perfuração e em doentes idosos. Para reduzir o risco de toxicidade gastrointestinal em doentes com histórial de úlcera, particularmente se complicada com hemorragia ou perfuração, e nos idosos, o tratamento deve ser iniciado e mantido com a menor dose eficaz. A co-administração de agentes protetores (p.ex. inibidores da bomba de protões ou misoprostol) deve ser considerada nestes doentes, assim como naqueles que necessitem de tomar simultaneamente ácido acetilsalicilico (AAS) em doses baixas ou outros medicamentos susceptíveis de aumentar o risco de eventos gastrointestinais. Os doentes com historial de toxicidade gastrointestinal, particularmente os idosos, devem ser instruídos no sentido de reportar qualquer sintoma abdominal pouco usual (especialmente hemorragias gastrointestinais), sobretudo nas fases iniciais do tratamento. É recomendada precaução em doentes que estejam a fazer medicação concomitante que possa aumentar o risco de ulceração ou hemorragia, tais como corticosteróides sistémicos, anticoagulantes, agentes antiagregantes plaquetários ou inibidores seletivos da recaptação da serotonina. Deve ser exercida precaução e uma vigilância médica cuidadosa em doentes com colite ulcerosa ou com doença de Crohn pois as suas condições poderão ser exacerbadas. Efeitos hepáticos: É necessária uma vigilância médica cuidadosa aquando da prescrição de Diclofenac a doentes com insuficiência hepática pois a sua condição pode ser exacerbada. Tal como com quaisquer outros AINE, incluindo o diclofenac, poderão ocorrer aumentos dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas. Durante um tratamento prolongado com Diclofenac, está indicada a monitorização regular da função hepática, como medida de precaução. Caso se registe persistência, ou agravamento, das anomalias dos testes da função hepática, desenvolvimento de sinais ou sintomas clínicos consistentes com o desenvolvimento de doença hepática, ou ocorrência de quaisquer outras manifestações (por exemplo eosinofilia, exantema, etc), o tratamento com Diclofenacdeve ser interrompido. Pode ocorrer hepatite sem quaisquer sintomas prodrómicos com o uso do diclofenac. Recomenda-se precaução no uso de Diclofenac em doentes com porfíria hepática, visto que este medicamento pode desencadear uma crise. Efeitos renais: Devido a casos relatados de edema ou retenção de fluídos em associação com a terapêutica de AINE, incluindo o diclofenac, deve ser exercida precaução em doentes com insuficiência cardíaca ou renal, historial de hipertensão, nos idosos, nos doentes a receber tratamento concomitante com diuréticos ou medicamentos que possam alterar significativamente a função renal, bem como naqueles doentes que apresentam uma deplecção substancial do volume extracelular independentemente da causa, por exemplo, na fase peri- ou pós-operatória de intervenções cirúrgicas major. A monitorização da função renal como medida de precaução está assim recomendada quando Diclofenac é utilizado em tais casos. Normalmente, a interrupção da terapêutica é seguida de uma recuperação para o estado pré-tratamento. Efeitos hematológicos: A utilização deste medicamento é apenas recomendada para tratamento de curta duração. Se, contudo, for utilizado durante um período mais prolongado, recomenda-se, tal como com outros AINEs, efectuar monitorização sanguínea. Tal como outros AINE, Diclofenac poderá inibir, temporariamente, a agregação plaquetária. Os doentes com deficiências da hemostase devem ser cuidadosamente monitorizados. | Gravidez Gravidez: A administração de Ibuprofeno não é recomendada durante a gravidez. Aleitamento Aleitamento: A administração de Ibuprofeno não é recomendada durante a lactação. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver AINEs. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver AINEs. Fale com o médico ou farmacêutico antes de utilizar este medicamento: - tem uma infecção; - tem asma ou qualquer doença alérgica, pois poderá ocorrer falta de ar; - sofre de febre dos fenos, pólipos nasais ou doença pulmonar obstrutiva crónica, pois existe um maior risco de ocorrerem reacções alérgicas. As reacções alérgicas podem apresentar-se na forma de ataques de asma (designada asma induzida por analgésicos), edema de Quincke ou urticária; - tem o funcionamento dos rins diminuído; - tem problemas de fígado. - está a tomar outro medicamento AINE (incluindo inibidores da COX-2, tais como celecoxib ou etoricoxib) porque esta toma em conjunto deve ser evitada. - tem LES (Lupus Eritematoso Sistémico, uma doença do sistema imunitário que afecta o tecido conjuntivo resultando em dor articular, alterações dermatológicas e disfunções de outros órgãos) ou doença mista do tecido conjuntivo. - tem um distúrbio hereditário na produção de sangue (por exemplo, porfiria aguda intermitente). - tem problemas de coagulação do sangue. - sofre de doença crónica do intestino, como Doença de Crohn ou colite ulcerativa. - está desidratada uma vez que existe risco de insuficiência renal em crianças desidratadas. - foi recentemente submetida a uma grande cirurgia. - tem varicela; recomenda-se evitar a utilização de ibuprofeno durante o período infecioso. O ibuprofeno pode ocultar sinais de infecções, tais como febre e dor. Foram notificadas reacções cutâneas graves associadas ao tratamento com ibuprofeno. Deve parar de tomar ibuprofeno e procurar assistência médica imediatamente caso desenvolva rash cutâneo, lesões das membranas mucosas, bolhas ou outros sinais de alergia, uma vez que podem ser os primeiros sinais de uma reacção cutânea muito grave. Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados se, para controlar os sintomas, for utilizada a dose mínima eficaz durante o menor tempo possível. Têm sido notificados com todos os AINEs casos de hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal, potencialmente fatais, em várias fases do tratamento, associados ou não a sintomas de alerta ou história de acontecimentos gastrointestinais graves. Quando ocorre hemorragia ou ulceração gástrica, o tratamento deve ser interrompido imediatamente. O risco de hemorragia, ulceração ou perfuração gastrointestinal é superior com doses mais elevadas de AINEs e em doentes com história de úlcera péptica, especialmente se associada a hemorragia ou perfuração e em doentes idosos. Nestes doentes, o tratamento deve ser iniciado com a menor dose disponível. A administração concomitante com agentes protectores (ex. misoprostol ou inibidores da bomba de protões) deverá ser considerada nestes doentes, assim como naqueles que necessitem de tomar simultaneamente ácido acetilsalicílico (AAA) em doses baixas, ou outros medicamentos susceptíveis de aumentar o risco gastrointestinal. Em geral, a dose recomendada de (vários tipos de) analgésicos pode levar ao desenvolvimento de problemas renais graves, com risco de insuficiência renal (nefropatia analgésica). Os medicamentos anti-inflamatórios/analgésicos como o ibuprofeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, particularmente quando usado em doses elevadas. Deve falar sobre o tratamento com o médico ou farmacêutico antes de tomar ibuprofeno se: - tem problemas cardíacos incluindo insuficiência cardíaca, angina de peito (dor no peito), ou se teve um ataque cardíaco, cirurgia bypass, doença arterial periférica (circulação diminuída das pernas ou pés devido a estreitamento ou bloqueio arterial), ou qualquer tipo de acidente vascular cerebral (incluindo “mini-acidentes vasculares cerebrais” ou acidente isquémico transitório (AIT). - tem hipertensão arterial, diabetes, colesterol elevado, tem histórico familiar de doença cardíaca ou acidente vascular cerebral, ou se é fumador. Enquanto estiver a tomar ibuprofeno, antes de ser submetido a uma cirurgia ou intervenção dentária, deve avisar o médico. O uso prolongado de qualquer tipo de analgésico para dores de cabeça pode piorá-las. O diagnóstico de dor de cabeça por uso excessivo de medicamentos deve ser considerado suspeito em doentes que tenham dores de cabeça frequentes ou diárias apesar da (ou devido à) utilização regular de medicamentos para a dor de cabeça. Pacientes que relatam distúrbios oculares durante o tratamento com ibuprofeno devem descontinuar o tratamento e devem ser realizados exames oftalmológicos. Os idosos apresentam um maior risco de desenvolver efeitos secundários quando tomam AINEs, especialmente os efeitos secundários relacionados com o estômago e intestino. Doentes com história de toxicidade gastrointestinal, particularmente doentes idosos, devem comunicar ao médico qualquer sintoma abdominal não usual (especialmente hemorragia gastrointestinal) particularmente nas fases iniciais do tratamento. Informe o médico ou farmacêutico se estiver a utilizar, tiver utilizado recentemente, ou se vier a utilizar outros medicamentos. Ibuprofeno pode afectar ou ser afectado por outros medicamentos. Por exemplo: - medicamentos que são anticoagulantes (isto é, fluidificam o sangue/previnem a coagulação, por exemplo, ácido acetilsalicílico, varfarina, ticlopidina). - medicamentos que reduzem a hipertensão arterial (inibidores da ECA, como o captopril, bloqueadores dos receptores beta, como o atenolol, antagonistas dos receptores da angiotensina II, como o losartan). Outros medicamentos podem também afectar ou ser afectados pelo tratamento com ibuprofeno. Por esse motivo procure sempre o aconselhamento do médico ou farmacêutico antes de utilizar Ibuprofeno com outros medicamentos. Em particular, informe-os se estiver a tomar: Outros AINEs incluindo inibidores da COX-2: podem aumentar o risco de efeitos secundários. Digoxina (para a insuficiência cardíaca): o efeito da digoxina pode ser aumentado. Glucocorticóides (medicamentos que contenham cortisona ou substâncias semelhantes à cortisona): podem aumentar o risco de úlceras ou sangramento gastrointestinal. Agentes antiplaquetários podem aumentar o risco de hemorragias. Ácido acetilsalicílico (doses baixas) uma vez que o efeito fluidificante do sangue pode ser afectado. Medicamentos para diluir o sangue (como a varfarina): o ibuprofeno pode aumentar os efeitos destes medicamentos. Fenitoína (para a epilepsia): o efeito da fenitoína pode ser aumentado. Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (medicamentos utilizados para a depressão): podem aumentar o risco de hemorragia gastrointestinal. Lítio (um medicamento para a doença maníaco-depressiva e depressão): o efeito do lítio pode ser aumentado. Probenecida e sulfimpirazonas (medicamentos para a gota): podem atrasar a eliminação do ibuprofeno do organismo. Medicamentos para a hipertensão arterial e diuréticos: o ibuprofeno pode diminuir os efeitos destes medicamentos e pode haver um possível aumento do risco para o rim. Diuréticos poupadores de potássio, por ex., amilorida, canrenoato de potássio, espironolactona, triamtereno podem causar aumento dos níveis de potássio no sangue (hipercaliémia). Metotrexato (um medicamento para o cancro ou reumatismo). Mifepristona (para a interrupção da gravidez): o efeito do metotrexato pode ser aumentado. O efeito da mifepristona pode ser reduzido. Tacrolímus e ciclosporina (medicamentos imunossupressores): pode ocorrer lesão dos rins. Zidovudina (um medicamento para o tratamento da Sida/VIH): a utilização de ibuprofeno pode causar o aumento do risco de hemorragias nas articulações ou hemorragias que causam inchaço em hemofílicos VIH(+). Sulfonilureias (medicamentos antidiabéticos): uma vez que os níveis de açúcar podem ser afectados. Quinolonas o risco de convulsões pode ser aumentado. Voriconazol e fluconazol (inibidores do CYP2C9) usados para infecções fúngicas: o efeito do ibuprofeno pode aumentar. Uma redução na dose de ibuprofeno pode ser considerada, particularmente quando estão a ser administradas doses elevadas de voriconazol ou fluconazol. Aminiglicosídeos: os AINEs podem diminuir a excreção dos aminoglicosídeos. Ginkgo biloba uma vez que o risco de hemorragia pode ser aumentado. |
Diclofenac (INN: DICLOFENAC, ATC D11AX18) and Ibuprofen (INN: IBUPROFEN, ATC C01EB16) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.