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Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Da metformina à insulina e aos agonistas GLP-1 — guia farmacêutico dos antidiabéticos.
O diabetes mellitus tipo 2 afeta mais de 500 milhões de adultos em todo o mundo e caracteriza-se pela resistência à insulina e disfunção progressiva das células beta pancreáticas. O arsenal terapêutico expandiu-se significativamente nas últimas duas décadas.
A metformina reduz a produção hepática de glicose e melhora a sensibilidade periférica à insulina. Não causa hipoglicemia em monoterapia, é neutra em relação ao peso e possui perfil cardiovascular bem estabelecido. Efeitos gastrointestinais (náusea, diarreia) geralmente melhoram com titulação lenta da dose.
Os inibidores SGLT2 (empagliflozina, dapagliflozina) bloqueiam a reabsorção renal de glicose, com benefícios cardiovasculares e renais comprovados (EMPA-REG, DAPA-HF). Os agonistas GLP-1 (semaglutida, liraglutida) mimetizam o hormônio incretina, proporcionando reduções potentes de HbA1c e perda de peso de 3–7 kg.
A insulina permanece essencial no diabetes tipo 1 e no tipo 2 avançado. Análogos modernos incluem os de ação rápida (lispro) e de ação prolongada (glargina). A escolha depende do nível de HbA1c, risco cardiovascular e função renal. Nunca altere seu tratamento sem orientação médica.
Este artigo destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um médico.
Dr. Anna Kowalska is a clinical pharmacist with over 12 years of experience in hospital and community pharmacy settings. She specializes in medication therapy management, drug interactions, and patient safety. Her work focuses on making complex pharmaceutical information accessible to the public.
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